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As flores de cerejeira no Japão
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As flores de cerejeira no Japão

A primavera chegou oficialmente no sábado em Tóquio, depois que a agência japonesa de meteorologia decretou que as cerejeiras estavam desabrochando

  • A primavera chegou oficialmente no sábado em Tóquio, depois que a agência meteorológica japonesa decretou que as cerejeiras estavam florescendo. Na imagem, as flores de cerejeira são refletidas em um lago no Jardim Nacional Shinjuku Gyoen em Tóquio, Japão, em 26 de março de 2018.
    1A primavera chegou oficialmente no sábado em Tóquio, depois que a agência meteorológica japonesa decretou que as cerejeiras estavam florescendo. Na imagem, as flores de cerejeira são refletidas em um lago no Jardim Nacional Shinjuku Gyoen em Tóquio, Japão, em 26 de março de 2018. AP
  • Especialistas da agência que estuda as cerejeiras do templo de Yasukuni descobriram que as primeiras flores haviam eclodido nove dias antes da data habitual. Na foto, um visitante caminha ao lado das flores de cerejeira no parque Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018.
    2Especialistas da agência que estuda as cerejeiras do templo de Yasukuni descobriram que as primeiras flores haviam eclodido nove dias antes da data habitual. Na foto, um visitante caminha ao lado das flores de cerejeira no parque Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018. Getty Images
  • Durante duas semanas, a floração das cerejeiras enche as ruas, os pátios das escolas e os templos de cor-de-rosa e branco, marcando a chegada da primavera. Na foto, várias pessoas fazem um passeio de barco entre cerejeiras em Tóquio, no Japão, em 23 de março de 2018.
    3Durante duas semanas, a floração das cerejeiras enche as ruas, os pátios das escolas e os templos de cor-de-rosa e branco, marcando a chegada da primavera. Na foto, várias pessoas fazem um passeio de barco entre cerejeiras em Tóquio, no Japão, em 23 de março de 2018. EFE
  • "Temperaturas suaves no final de fevereiro e início de março aceleraram o surgimento dos botões das flores", disse um funcionário da agência meteorológica a repórteres no templo de Yasukuni, no centro de Tóquio. Na imagem, pessoas observam flores de cerejeira em Tóquio (Japão) em 23 de março de 2018.
    4"Temperaturas suaves no final de fevereiro e início de março aceleraram o surgimento dos botões das flores", disse um funcionário da agência meteorológica a repórteres no templo de Yasukuni, no centro de Tóquio. Na imagem, pessoas observam flores de cerejeira em Tóquio (Japão) em 23 de março de 2018. EFE
  • A chegada oficial da primavera na capital tomou as capas de jornais e revistas do Japão. Na foto, detalhe da floração da cerejeira no parque Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), no dia 25 de março de 2018.
    5A chegada oficial da primavera na capital tomou as capas de jornais e revistas do Japão. Na foto, detalhe da floração da cerejeira no parque Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), no dia 25 de março de 2018. Getty Images
  • Em Tóquio, o florescimento atingirá seu auge em uma semana e levará a uma infinidade de encontros, às vezes com abundância de álcool, entre famílias, amigos e colegas de trabalho nos parques da cidade. Na imagem, várias pessoas fazem um passeio de barco entre cerejeiras em Tóquio, no Japão, em 23 de março de 2018.
    6Em Tóquio, o florescimento atingirá seu auge em uma semana e levará a uma infinidade de encontros, às vezes com abundância de álcool, entre famílias, amigos e colegas de trabalho nos parques da cidade. Na imagem, várias pessoas fazem um passeio de barco entre cerejeiras em Tóquio, no Japão, em 23 de março de 2018. EFE
  • Alguns especialistas alertam que essas árvores emblemáticas estão sendo ameaçadas por uma espécie de besouro que veio do exterior. Na imagem, pessoas tiram fotos das flores de cerejeira no Parque Ueno, em Tóquio, Japão, em 25 de março de 2018.
    7Alguns especialistas alertam que essas árvores emblemáticas estão sendo ameaçadas por uma espécie de besouro que veio do exterior. Na imagem, pessoas tiram fotos das flores de cerejeira no Parque Ueno, em Tóquio, Japão, em 25 de março de 2018. Getty Images
  • O iinvasor é chamado de "aromia bungii", conhecido como besouro de chifre longo e pescoço vermelho, originário da China, Taiwan, península coreana e norte do Vietnã. Na imagem, uma mulher vestindo um quimono tira uma selfie no fosso Chidorigafuchi ao lado das flores de cerejeira em Tóquio, no Japão, em 26 de março de 2018.
    8O iinvasor é chamado de "aromia bungii", conhecido como besouro de chifre longo e pescoço vermelho, originário da China, Taiwan, península coreana e norte do Vietnã. Na imagem, uma mulher vestindo um quimono tira uma selfie no fosso Chidorigafuchi ao lado das flores de cerejeira em Tóquio, no Japão, em 26 de março de 2018. REUTERS
  • O besouro viva nas cerejeiras e ameixeiras e retira a casca das árvores para absorver a água. No pior dos casos, a invasão desse parasita pode matar a árvore. Na foto, várias pessoas apreciam a paisagem oferecida pelas flores da cerejeira no Jardim Nacional Shinjuku Gyoen em Tóquio (Japão), 26 de março de 2018.
    9O besouro viva nas cerejeiras e ameixeiras e retira a casca das árvores para absorver a água. No pior dos casos, a invasão desse parasita pode matar a árvore. Na foto, várias pessoas apreciam a paisagem oferecida pelas flores da cerejeira no Jardim Nacional Shinjuku Gyoen em Tóquio (Japão), 26 de março de 2018. AP
  • O inseto predador foi detectado pela primeira vez em 2012 na prefeitura de Aichi, no centro do país. Agora o besouro se aproxima de Tóquio, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, que o incluiu oficialmente em janeiro na lista de espécies estrangeiras invasoras. Na foto, duas pessoas navegam pelo Chidorigafuchi ao lado das flores da cerejeira em Tóquio, no Japão, 26 de março de 2018.
    10O inseto predador foi detectado pela primeira vez em 2012 na prefeitura de Aichi, no centro do país. Agora o besouro se aproxima de Tóquio, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, que o incluiu oficialmente em janeiro na lista de espécies estrangeiras invasoras. Na foto, duas pessoas navegam pelo Chidorigafuchi ao lado das flores da cerejeira em Tóquio, no Japão, 26 de março de 2018. REUTERS
  • Especialistas acreditam que o besouro pode ter entrado no Japão através da importação de madeira. Na foto, pessoas fazem um piquenique ao lado das flores de cerejeira no parque Kitanomaru em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018.
    11Especialistas acreditam que o besouro pode ter entrado no Japão através da importação de madeira. Na foto, pessoas fazem um piquenique ao lado das flores de cerejeira no parque Kitanomaru em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018. Getty Images
  • As larvas deste besouro devem ser eliminadas com a ajuda de pesticidas e as árvores mais afetadas serão mortas para salvar o resto. Na foto, pessoas navegam pelo fosso de Chidorigafuchi ao lado das flores de cerejeira em Tóquio, no Japão, em 26 de março de 2018.
    12As larvas deste besouro devem ser eliminadas com a ajuda de pesticidas e as árvores mais afetadas serão mortas para salvar o resto. Na foto, pessoas navegam pelo fosso de Chidorigafuchi ao lado das flores de cerejeira em Tóquio, no Japão, em 26 de março de 2018. REUTERS
  • Foi publicado um guia para ajudar os moradores a identificarem e a matar o parasita, que tem de três a quatro centímetros de comprimento. Na imagem, visitantes tiram fotos da floração das cerejeiras no Jardim Nacional Shinjuku Gyoen em Tóquio (Japão) em 26 de março de 2018.
    13Foi publicado um guia para ajudar os moradores a identificarem e a matar o parasita, que tem de três a quatro centímetros de comprimento. Na imagem, visitantes tiram fotos da floração das cerejeiras no Jardim Nacional Shinjuku Gyoen em Tóquio (Japão) em 26 de março de 2018. AP
  • "É importante trabalhar com a população para se livrar desse inseto, isso leva tempo e precisamos de muita gente para examinar cada árvore", diz Etsuko Shoda-Kagaya, do Instituto de Pesquisa de Produtos Florestais. Na imagem, visitantes remaram barcos no lago de Chidorigafuchi enquanto apreciavam a paisagem em Tóquio (Japão), 26 de março de 2018.
    14"É importante trabalhar com a população para se livrar desse inseto, isso leva tempo e precisamos de muita gente para examinar cada árvore", diz Etsuko Shoda-Kagaya, do Instituto de Pesquisa de Produtos Florestais. Na imagem, visitantes remaram barcos no lago de Chidorigafuchi enquanto apreciavam a paisagem em Tóquio (Japão), 26 de março de 2018. REUTERS
  • "O dano será estendido se não fizermos nada", diz Makoto Miwa, do Centro de Ciência e Meio Ambiente de Saitama (norte de Tóquio), em relação ao besouro predador. Na foto, a multidão assiste ao florecer das cerejeiras no Parque Ueno, em Tóquio, Japão, em 25 de março de 2018.
    15"O dano será estendido se não fizermos nada", diz Makoto Miwa, do Centro de Ciência e Meio Ambiente de Saitama (norte de Tóquio), em relação ao besouro predador. Na foto, a multidão assiste ao florecer das cerejeiras no Parque Ueno, em Tóquio, Japão, em 25 de março de 2018. Getty Images
  • "Eu entendo que é difícil para algumas pessoas cortarem cerejeiras, mas é importante agir antes que o dano se espalhe", insistiu Kagaya, sobre os besouros predadores. Na foto, várias pessoas contemplam o florescimento das cerejeiras enquanto navegam pelo fosso Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018.
    16"Eu entendo que é difícil para algumas pessoas cortarem cerejeiras, mas é importante agir antes que o dano se espalhe", insistiu Kagaya, sobre os besouros predadores. Na foto, várias pessoas contemplam o florescimento das cerejeiras enquanto navegam pelo fosso Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018. Getty Images
  • Na imagem, a flor da cerejeira no Parque Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018.
    17Na imagem, a flor da cerejeira no Parque Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018. Getty Images
  • O fenômeno é seguido de perto a cada ano e especialistas publicam mapas do arquipélago detalhando os períodos de florescimento em cada região do país. Na imagem, duas pessoas navegam pelo fosso de Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018.
    18O fenômeno é seguido de perto a cada ano e especialistas publicam mapas do arquipélago detalhando os períodos de florescimento em cada região do país. Na imagem, duas pessoas navegam pelo fosso de Chidorigafuchi em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018. Getty Images
  • As flores atraem muitos turistas, mas também os japoneses que se reúnem nos parques para comer debaixo das árvores. Na imagem, duas pessoas navegam pelo fosso de Chidorigafuchi em Tóquio (Japão) ao lado do florescimento das cerejeiras, em 25 de março de 2018.
    19As flores atraem muitos turistas, mas também os japoneses que se reúnem nos parques para comer debaixo das árvores. Na imagem, duas pessoas navegam pelo fosso de Chidorigafuchi em Tóquio (Japão) ao lado do florescimento das cerejeiras, em 25 de março de 2018. Getty Images
  • Um casal rema um barco pelo fosso Chidorigafuchi, perto do Palácio Imperial em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018.
    20Um casal rema um barco pelo fosso Chidorigafuchi, perto do Palácio Imperial em Tóquio (Japão), em 25 de março de 2018. Getty Images
  • Os visitantes tiram fotos das flores de cerejeira no fosso Chidorigafuchi em Tóquio, Japão, em 25 de março de 2018.
    21Os visitantes tiram fotos das flores de cerejeira no fosso Chidorigafuchi em Tóquio, Japão, em 25 de março de 2018. Getty Images
  • Um casal rema um bote pelo Chidorigafuchi em Tóquio (Japão) junto às cerejeiras em flor, o 25 de março de 2018.
    22Um casal rema um bote pelo Chidorigafuchi em Tóquio (Japão) junto às cerejeiras em flor, o 25 de março de 2018. Getty Images

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