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Oito fotolivros essenciais da Espanha

Os fotógrafos espanhóis apostaram pela autoedição para divulgar suas obras. Estas oito publicações compõem o núcleo da idade de ouro do fotolivro espanhol

  • “David Jiménez é um caso especial. Fez um livro lindo no ano 2000, 'Infinito', e morreu de rir porque ninguém prestou a menor a atenção. Entre 2000 e 2009 havia poucos fotolivros”, explica Horacio Fernández. Jiménez acaba de publicar seu segundo fotolivro, 'Versus' (RM).
    1“David Jiménez é um caso especial. Fez um livro lindo no ano 2000, 'Infinito', e morreu de rir porque ninguém prestou a menor a atenção. Entre 2000 e 2009 havia poucos fotolivros”, explica Horacio Fernández. Jiménez acaba de publicar seu segundo fotolivro, 'Versus' (RM).
  • “Este livro tem que ver com meu povoado, Orihuela, onde há muitos estudiosos e de aves, e com minha mãe: foi uma desculpa para ir vê-la”. Em 'The Photobook: A History', Martin Parr y Gerry Badger escrevem: “O livro é uma integração quase perfeita de boa fotografia e ofício de editor”.
    2“Este livro tem que ver com meu povoado, Orihuela, onde há muitos estudiosos e de aves, e com minha mãe: foi uma desculpa para ir vê-la”. Em 'The Photobook: A History', Martin Parr y Gerry Badger escrevem: “O livro é uma integração quase perfeita de boa fotografia e ofício de editor”.
  • Este livro “modifica o modelo de jornalismo. Converte a fotografia jornalística, o 'flashaço', em agressão simbólica. É um trabalho realmente excepcional”, opina Horacio Fernández. A revista 'Photo Eye' incluiu-o em sua seleção dos 10 melhores fotolivros de 2011.
    3Este livro “modifica o modelo de jornalismo. Converte a fotografia jornalística, o 'flashaço', em agressão simbólica. É um trabalho realmente excepcional”, opina Horacio Fernández. A revista 'Photo Eye' incluiu-o em sua seleção dos 10 melhores fotolivros de 2011.
  • Segundo Horacio Fernández, 'Afronautas' é “a ponta de lança” desta época dourada do fotolivro espanhol. Na obra fica patente o interesse da autora pela fotografia, o desenho e a narração. “Queria transformar a realidade para que se adaptasse ao que eu precisava, assumir uma atitude mais ativa em relação a quando era fotojornalista. Aqui a história e como contá-la era o mais importante”, explica De Middel.
    4Segundo Horacio Fernández, 'Afronautas' é “a ponta de lança” desta época dourada do fotolivro espanhol. Na obra fica patente o interesse da autora pela fotografia, o desenho e a narração. “Queria transformar a realidade para que se adaptasse ao que eu precisava, assumir uma atitude mais ativa em relação a quando era fotojornalista. Aqui a história e como contá-la era o mais importante”, explica De Middel.
  • Ganhador do prêmio de fotolivro que concedem Paris Photo e a Aperture Foundation em 2013. Entre 2009 e 2013, Monzón documentou carros e seus ocupantes durante a pausa do semáforo vermelho. Buscava capturar a ilusão de privacidade que o veículo nos oferece no espaço público.
    5Ganhador do prêmio de fotolivro que concedem Paris Photo e a Aperture Foundation em 2013. Entre 2009 e 2013, Monzón documentou carros e seus ocupantes durante a pausa do semáforo vermelho. Buscava capturar a ilusão de privacidade que o veículo nos oferece no espaço público.
  • “Assim é como eu imagino que nos veem os economistas”. Em 'The Pigs', Spottorno toma emprestado o desenho da revista 'The Economist' para ilustrar os estereótipos representados no acrônimo pejorativo PIGS, utilizado pela imprensa econômica anglo-saxã para se referir a Portugal, Itália, Grécia e Espanha. Este fotolivro foi um dos favoritos de Martin Parr em 2013.
    6“Assim é como eu imagino que nos veem os economistas”. Em 'The Pigs', Spottorno toma emprestado o desenho da revista 'The Economist' para ilustrar os estereótipos representados no acrônimo pejorativo PIGS, utilizado pela imprensa econômica anglo-saxã para se referir a Portugal, Itália, Grécia e Espanha. Este fotolivro foi um dos favoritos de Martin Parr em 2013.
  • “O fotolivro espanhol tem caráter próprio e presença internacional. É só ver 'Quinta' no catálogo de Michael Mack: um autor madrilenho rodeado dos grandes nomes da fotografia internacional”, aponta o editor independente Gonzalo Golpe.
    7“O fotolivro espanhol tem caráter próprio e presença internacional. É só ver 'Quinta' no catálogo de Michael Mack: um autor madrilenho rodeado dos grandes nomes da fotografia internacional”, aponta o editor independente Gonzalo Golpe.
  • Este livro é uma copublicação entre Ca l’Isidret, a editorial promovida por Plademunt, Juan Diego Valera e Roger Guaus para editar seus próprios trabalhos, e a prestigiosa editorial britânica MACK.
    8Este livro é uma copublicação entre Ca l’Isidret, a editorial promovida por Plademunt, Juan Diego Valera e Roger Guaus para editar seus próprios trabalhos, e a prestigiosa editorial britânica MACK.