Os ossos que a ditadura não conseguiu enterrar

Assim que a vala clandestina de Perus foi aberta, em setembro de 1990, as ossadas já começaram a ser separadas e catalogadas, no próprio cemitério, na zona noroeste de São Paulo. / FOLHAPRESS
Assim que a vala clandestina de Perus foi aberta, em setembro de 1990, as ossadas já começaram a ser separadas e catalogadas, no próprio cemitério, na zona noroeste de São Paulo. / FOLHAPRESS
Foto dos restos de um crânio, encontrado entre as 1.049 ossadas na vala clandestina do cemitério Dom Bosco, popularmente conhecido como cemitério de Perus. / FOLHAPRESS
Foto dos restos de um crânio, encontrado entre as 1.049 ossadas na vala clandestina do cemitério Dom Bosco, popularmente conhecido como cemitério de Perus. / FOLHAPRESS
Assim que a vala clandestina de Perus foi aberta, em setembro de 1990, as ossadas já começaram a ser separadas e catalogadas, no próprio cemitério, na zona noroeste de São Paulo. / FOLHAPRESS
Assim que a vala clandestina de Perus foi aberta, em setembro de 1990, as ossadas já começaram a ser separadas e catalogadas, no próprio cemitério, na zona noroeste de São Paulo. / FOLHAPRESS
As dezenas de sacos com as ossadas foram desenterradas de uma vala comum de 30 metros de comprimento. 10.049 ossos estavam enterrados ali, entre mendigos e pessoas não identificadas e desaparecidos políticos durante a ditadura brasileira (entre 1964 e 1985). / FOLHAPRESS
As dezenas de sacos com as ossadas foram desenterradas de uma vala comum de 30 metros de comprimento. 10.049 ossos estavam enterrados ali, entre mendigos e pessoas não identificadas e desaparecidos políticos durante a ditadura brasileira (entre 1964 e 1985). / FOLHAPRESS
A vala clandestina de Perus foi aberta na manhã do dia 4 de setembro de 1990. Naquele momento, surgia a esperança em várias famílias de desaparecidos políticos durante a ditadura de encontrar os corpos de seus parentes. Hoje, 24 anos depois, as investigações ainda não foram encerradas e devem ser retomadas sob coordenação da Unifesp. / FOLHAPRESS
A vala clandestina de Perus foi aberta na manhã do dia 4 de setembro de 1990. Naquele momento, surgia a esperança em várias famílias de desaparecidos políticos durante a ditadura de encontrar os corpos de seus parentes. Hoje, 24 anos depois, as investigações ainda não foram encerradas e devem ser retomadas sob coordenação da Unifesp. / FOLHAPRESS
Parte das ossadas encontradas na vala clandestina de Perus. / Folhapress
Parte das ossadas encontradas na vala clandestina de Perus. / Folhapress

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