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As 20 bibliotecas mais impressionantes do mundo
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As 20 bibliotecas mais impressionantes do mundo

Do fotogênico interior da biblioteca pública de Stuttgart, na Alemanha, ao moderno edifício de aço e vidro projetado por Rem Koolhaas para a Biblioteca Central de Seattle, ou o famoso Long Room do Trinity College, em Dublim.

  • “Catedral de livros”. É assim que o primeiro Reitor do Instituto Peabody, Nathaniel H. Morison, descreveu esta biblioteca construída no século XIX na cidade de Baltimore (Maryland) por iniciativa do banqueiro, empresário, escritor e filantropo George Peabody, e que atualmente faz parte da Universidade Johns Hopkins. O local está sempre presente nas listas de bibliotecas mais belas do mundo, com seus seis amplos andares acabados em mármore branco e seu imenso atrio na entrada. Atrai não só estudiosos (seus 300.000 volumes formam um tesouro de livros antigos) e amantes do estilo arquitetônico neo-grego, mas também casais de noivos que a utilizam como salão de casamentos.
    1Biblioteca George Peabody (Baltimore, Estados Unidos) “Catedral de livros”. É assim que o primeiro Reitor do Instituto Peabody, Nathaniel H. Morison, descreveu esta biblioteca construída no século XIX na cidade de Baltimore (Maryland) por iniciativa do banqueiro, empresário, escritor e filantropo George Peabody, e que atualmente faz parte da Universidade Johns Hopkins. O local está sempre presente nas listas de bibliotecas mais belas do mundo, com seus seis amplos andares acabados em mármore branco e seu imenso atrio na entrada. Atrai não só estudiosos (seus 300.000 volumes formam um tesouro de livros antigos) e amantes do estilo arquitetônico neo-grego, mas também casais de noivos que a utilizam como salão de casamentos.
  • O projeto do arquiteto holandês Rem Koolhaas (estúdio OMA) despertou tanta expectativa e interesse que, um ano após sua inauguração em 2004, a Biblioteca Central de Seattle (Washington) havia recebido cerca de duas milhões de visitas. A partir de 2005, ele começou a organizar visitas guiadas às suas cinco plataformas sobrepostas e deslocadas e sua fachada de vidro e aço (na foto) fechando um conjunto que redefine a biblioteca como um espaço que mantém, ordena e torna acessível ao público não só livros, mas qualquer tipo de informação.
    2Biblioteca Central de Seattle (Washington, Estados Unidos) O projeto do arquiteto holandês Rem Koolhaas (estúdio OMA) despertou tanta expectativa e interesse que, um ano após sua inauguração em 2004, a Biblioteca Central de Seattle (Washington) havia recebido cerca de duas milhões de visitas. A partir de 2005, ele começou a organizar visitas guiadas às suas cinco plataformas sobrepostas e deslocadas e sua fachada de vidro e aço (na foto) fechando um conjunto que redefine a biblioteca como um espaço que mantém, ordena e torna acessível ao público não só livros, mas qualquer tipo de informação.
  • Turistas e fotógrafos de todo mundo ficam maravilhados pelo continente, um impressionante edifício desenhado pelo arquiteto coreano Eun Young Yi, com 11 plantas (duas delas subterrâneas), fachada de concreto, painéis que pela noite se iluminam de diferentes cores e se assemelham a um enorme cubo de Kubrik. Outros sobem à esplanada do telhado para ver a vista. E outros exploram o conteúdo, se metem no estudio de som ou se inscrevem em oficinas e atividades que converteram a Biblioteca Pública de Sttutgart em epicentro cultural da cidade alemã. stuttgart.de
    3Biblioteca Pública de Stuttgart (Alemanha) Turistas e fotógrafos de todo mundo ficam maravilhados pelo continente, um impressionante edifício desenhado pelo arquiteto coreano Eun Young Yi, com 11 plantas (duas delas subterrâneas), fachada de concreto, painéis que pela noite se iluminam de diferentes cores e se assemelham a um enorme cubo de Kubrik. Outros sobem à esplanada do telhado para ver a vista. E outros exploram o conteúdo, se metem no estudio de som ou se inscrevem em oficinas e atividades que converteram a Biblioteca Pública de Sttutgart em epicentro cultural da cidade alemã. stuttgart.de
  • The Old Library, a velha biblioteca do Trinity College, e seu famoso livro de Kells (um manuscrito do século IX que recolhe os quatro evangelhos com ornamentada caligrafia, e em latim) são parada obrigatória para quem visita Dublim. O edifício, construído no século XVIII, tem uma sala principal, Long Room, onde repousam as obras mais antigas em prateleiras que forram as paredes. Em uma vitrine está exposta a harpa mais antiga que se conserva na Irlanda, feita em carvalho e salgueiro, com cordas de bronze. A biblioteca possui a maior coleção de manuscritos e livros impressos do país. tcd.ielibrary
    4Biblioteca do Trinity College (Dublim, Irlanda) The Old Library, a velha biblioteca do Trinity College, e seu famoso livro de Kells (um manuscrito do século IX que recolhe os quatro evangelhos com ornamentada caligrafia, e em latim) são parada obrigatória para quem visita Dublim. O edifício, construído no século XVIII, tem uma sala principal, Long Room, onde repousam as obras mais antigas em prateleiras que forram as paredes. Em uma vitrine está exposta a harpa mais antiga que se conserva na Irlanda, feita em carvalho e salgueiro, com cordas de bronze. A biblioteca possui a maior coleção de manuscritos e livros impressos do país. tcd.ie/library
  • Dos 40.000 visitantes que Veneza recebe diariamente, a maioria chega à praça de San Marcos, mas, uma vez ali, poucos se aventuram a entrar na Biblioteca Nacional Marciana, uma das mais antigas da Itália, chamada também Sansoviana em honra a Jacopo Sansovino, arquiteto autor de seu desenho. Globos terrestres antigos, manuscritos do século XV, 'tintorettos' e 'veroneses' nas paredes de um palácio renacentista que cumpre o sonho do poeta Petrarca, que em 1362 doou seus livros à República para engrossar uma futura biblioteca pública aberta a estudiosos, eruditos e amantes da literatura. marciana.venezia.sbn.it
    5Biblioteca Nacional Marciana (Veneza, Itália) Dos 40.000 visitantes que Veneza recebe diariamente, a maioria chega à praça de San Marcos, mas, uma vez ali, poucos se aventuram a entrar na Biblioteca Nacional Marciana, uma das mais antigas da Itália, chamada também Sansoviana em honra a Jacopo Sansovino, arquiteto autor de seu desenho. Globos terrestres antigos, manuscritos do século XV, 'tintorettos' e 'veroneses' nas paredes de um palácio renacentista que cumpre o sonho do poeta Petrarca, que em 1362 doou seus livros à República para engrossar uma futura biblioteca pública aberta a estudiosos, eruditos e amantes da literatura. marciana.venezia.sbn.it
  • Dois leões de mármore, Paciência e Fortaleza, batizados assim por Fiorello La Guardia, prefeito de Nova York durante a Grande Depressão, dão as boas-vindas ao magnífico edifício neoclássico que alberga a Biblioteca Pública da cidade, inaugurada no início do século XX em Manhattan, na Quinta Avenida com a rua 42. A partir do impressionante Astor Hall, de mármore branco, o visitante pode se dirigir à Rose Main Reading Room (na imagem), a sala de leitura principal, que apareceu muito no cinema. Toda a biblioteca, em realidade, foi palco de filmes como 'Bonequinha de Luxo', 'Caça-fantasmas', e séries como 'Sex and The City'. Seu catálogo inclui vários manuscritos de Shakespeare e uma carta de Cristóbal Colón. nypl.org
    6Biblioteca Pública de Nova York (Estados Unidos) Dois leões de mármore, Paciência e Fortaleza, batizados assim por Fiorello La Guardia, prefeito de Nova York durante a Grande Depressão, dão as boas-vindas ao magnífico edifício neoclássico que alberga a Biblioteca Pública da cidade, inaugurada no início do século XX em Manhattan, na Quinta Avenida com a rua 42. A partir do impressionante Astor Hall, de mármore branco, o visitante pode se dirigir à Rose Main Reading Room (na imagem), a sala de leitura principal, que apareceu muito no cinema. Toda a biblioteca, em realidade, foi palco de filmes como 'Bonequinha de Luxo', 'Caça-fantasmas', e séries como 'Sex and The City'. Seu catálogo inclui vários manuscritos de Shakespeare e uma carta de Cristóbal Colón. nypl.org
  • Quem visitou o Rio de Janeiro em 2016, na época dos Jogos Olímpicos, não conseguiu ir ao Real Gabinete Português de Leitura, em pleno centro da cidade brasileira, porque ele estava sendo restaurado. Aberto de novo, exibe todo o esplendor de sua arquitetura neo-manuelina e seus interiores de madeira profusamente talhada. Nasceu como biblioteca privada, da mão de imigrantes portugueses, em um edifício concluido em 1887 e se inspirou no Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa. Seu fastuoso Salão de Leitura (na foto) recebe a luz natural através de uma enorme claraboia trabalhada em ferro e vidro pintado. realgabinete.com.br
    7Real Gabinete Português de Leitura, (Rio de Janeiro, Brasil) Quem visitou o Rio de Janeiro em 2016, na época dos Jogos Olímpicos, não conseguiu ir ao Real Gabinete Português de Leitura, em pleno centro da cidade brasileira, porque ele estava sendo restaurado. Aberto de novo, exibe todo o esplendor de sua arquitetura neo-manuelina e seus interiores de madeira profusamente talhada. Nasceu como biblioteca privada, da mão de imigrantes portugueses, em um edifício concluido em 1887 e se inspirou no Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa. Seu fastuoso Salão de Leitura (na foto) recebe a luz natural através de uma enorme claraboia trabalhada em ferro e vidro pintado. realgabinete.com.br
  • O edifício construído em 1999 como ampliação do bonito complexo original da Biblioteca Real Dinamarquesa (que data de 1906) no canal de Christianshavn, junto ao porto de Copenhague, se conhece como o 'Diamante negro'. Sua chamativa estrutura de aço, vidro e granito negro alberga uma sala de concertos, um café, diferentes espaços para exposições e convida ao visitante a desfrutar de vistas impressionantes para mar. Três pontes ligam o edifício com a antiga biblioteca; o teto do maior exibe uma pintura do artista dinamarquês Per Kirkeby. O conjunto guarda os primeiros livros impressos no país em 1482, e todos os trabalhos da Dinamarca desde o século XVII. kb.dk
    8Biblioteca Real Dinamarquesa (Copenhague) O edifício construído em 1999 como ampliação do bonito complexo original da Biblioteca Real Dinamarquesa (que data de 1906) no canal de Christianshavn, junto ao porto de Copenhague, se conhece como o 'Diamante negro'. Sua chamativa estrutura de aço, vidro e granito negro alberga uma sala de concertos, um café, diferentes espaços para exposições e convida ao visitante a desfrutar de vistas impressionantes para mar. Três pontes ligam o edifício com a antiga biblioteca; o teto do maior exibe uma pintura do artista dinamarquês Per Kirkeby. O conjunto guarda os primeiros livros impressos no país em 1482, e todos os trabalhos da Dinamarca desde o século XVII. kb.dk
  • Visitas guiadas e exposições, concertos, oficinas, uma loja (on-line), bares, cafés e 29 salas de leitura organizadas por temáticas, língua e formato. A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, localizada em Washington e repartida em três edifícios (o Thomas Jefferson, o John Adams e o James Madison), é a maior do mundo, com 1.348 quilômetros de prateleiras e mais de 167 milhões de artigos, entre eles, 5,5 milhões de mapas, 8,1 milhões de partituras e 72 milhões de manuscritos. É lá onde está uma das poucas cópias que se conservam da bíblia de Gutenberg e do rascunho da Declaração de Independência dos Estados Unidos. loc.govvisit
    9Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos (Washington) Visitas guiadas e exposições, concertos, oficinas, uma loja (on-line), bares, cafés e 29 salas de leitura organizadas por temáticas, língua e formato. A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, localizada em Washington e repartida em três edifícios (o Thomas Jefferson, o John Adams e o James Madison), é a maior do mundo, com 1.348 quilômetros de prateleiras e mais de 167 milhões de artigos, entre eles, 5,5 milhões de mapas, 8,1 milhões de partituras e 72 milhões de manuscritos. É lá onde está uma das poucas cópias que se conservam da bíblia de Gutenberg e do rascunho da Declaração de Independência dos Estados Unidos. loc.gov/visit
  • Todas as paredes são muros-estantes, e até os degraus da biblioteca da Faculdade de Arte de Musashino, em Tóquio, são estantes para livros. O arquiteto japonês Sou Fujimoto comparou sua obra com “um bosque de livros”. Converteu-se em 2010 em um centro para facilitar a criação artística na universidade: alberga uns 280.000 livros sobre arte e desenho e ao redor de 5.000 títulos de revistas acadêmicas e publicações periódicas profissionais. Hoje ela é uma das bibliotecas universitárias de arte maiores do Japão. musabi.ac.jp
    10Museu e Biblioteca da Faculdade de Artes de Musashino (Tóquio, Japão) Todas as paredes são muros-estantes, e até os degraus da biblioteca da Faculdade de Arte de Musashino, em Tóquio, são estantes para livros. O arquiteto japonês Sou Fujimoto comparou sua obra com “um bosque de livros”. Converteu-se em 2010 em um centro para facilitar a criação artística na universidade: alberga uns 280.000 livros sobre arte e desenho e ao redor de 5.000 títulos de revistas acadêmicas e publicações periódicas profissionais. Hoje ela é uma das bibliotecas universitárias de arte maiores do Japão. musabi.ac.jp
  • Rodeada de parque, com jardins no telhado, um sistema de recuperação de águas e um interior iluminado mediante painéis solares e ventilado naturalmente pelas correntes de ar, a sede de Beitou da Biblioteca Pública de Taipéi é um respiro verde, um oásis no meio dos arranha-céus, o cimento e o concreto da cidade de Taiwán. Construída em madeira, com suas características balconadas feitas no mesmo material, foi inaugurada em 2006 e, desde então, ganhou vários prêmios internacionais por sua vocação ambiental.
    11Sede de Beitou da Biblioteca Pública de Taipéi (Taiwán) Rodeada de parque, com jardins no telhado, um sistema de recuperação de águas e um interior iluminado mediante painéis solares e ventilado naturalmente pelas correntes de ar, a sede de Beitou da Biblioteca Pública de Taipéi é um respiro verde, um oásis no meio dos arranha-céus, o cimento e o concreto da cidade de Taiwán. Construída em madeira, com suas características balconadas feitas no mesmo material, foi inaugurada em 2006 e, desde então, ganhou vários prêmios internacionais por sua vocação ambiental.
  • A Biblioteca Vasconcelos, desenhada pelo arquiteto mexicano Alberto Kalach na zona norte de Cidade do México e inaugurada em 2006, é um dos 10 recintos bibliotecários modernos mais reconhecidos do mundo, e um dos mais visitados da América Latina. Amplitude, luminosidade e mais de 600.000 obras (livros, CD e DVD, revistas e jornais) ordenadas em estantes colgantes, entre tetos e paredes de cristal. Tudo no meio de um jardim botânico de 26.000 metros quadrados com quase 60.000 plantas de 168 espécies do país. Desde o vestíbulo principal (na foto) saúda seu ícone, Mátrix Móvel, a estrutura óssea de uma enorme baleia cinza transformada em obra de arte pelo artista plástico Gabriel Orozco. bibliotecavasconcelos.gob.mx
    12Biblioteca Vasconcelos (Cidade do México) A Biblioteca Vasconcelos, desenhada pelo arquiteto mexicano Alberto Kalach na zona norte de Cidade do México e inaugurada em 2006, é um dos 10 recintos bibliotecários modernos mais reconhecidos do mundo, e um dos mais visitados da América Latina. Amplitude, luminosidade e mais de 600.000 obras (livros, CD e DVD, revistas e jornais) ordenadas em estantes colgantes, entre tetos e paredes de cristal. Tudo no meio de um jardim botânico de 26.000 metros quadrados com quase 60.000 plantas de 168 espécies do país. Desde o vestíbulo principal (na foto) saúda seu ícone, Mátrix Móvel, a estrutura óssea de uma enorme baleia cinza transformada em obra de arte pelo artista plástico Gabriel Orozco. bibliotecavasconcelos.gob.mx
  • Dizem que no órgão da Capela dos Espelhos tocou Mozart em sua visita a Praga, no século XVIII; da sua Torre Astronômica, com vistas ao centro histórico e ao castelo da capital checa, realizou suas investigações astronômicas o dinamarquês Tycho Brahe antes de que existisse o telescópio; inclusive, na Sala dos Meridianos se guarda um dos registros meteorológicos mais antigos da Europa. A Biblioteca Clementina é um tesouro barroco, com séculos de história, que só pode ser conhecido mediante uma visita guiada, embora devido a uma disputa legal com a Biblioteca Nacional, atualmente não se garante que o 'tour' cubra todos os locais de interesse do complexo.
    13Biblioteca Clementina (Praga, República Checa) Dizem que no órgão da Capela dos Espelhos tocou Mozart em sua visita a Praga, no século XVIII; da sua Torre Astronômica, com vistas ao centro histórico e ao castelo da capital checa, realizou suas investigações astronômicas o dinamarquês Tycho Brahe antes de que existisse o telescópio; inclusive, na Sala dos Meridianos se guarda um dos registros meteorológicos mais antigos da Europa. A Biblioteca Clementina é um tesouro barroco, com séculos de história, que só pode ser conhecido mediante uma visita guiada, embora devido a uma disputa legal com a Biblioteca Nacional, atualmente não se garante que o 'tour' cubra todos os locais de interesse do complexo.
  • A primeira sucursal da Biblioteca Nacional da Coreia do Sul foi construída na cidade de Sejong em 2013, e projetada por Samoo Architects & Engineers. Também é conhecida como E-Brary, acrônimo das palavras emotion e library (emoção e biblioteca em inglês), porque a pretensão deste projeto de arquitetura era criar um espaço “emocionante” onde os formatos de informação analógica e digital convergessem e fossem comodamente acessíveis ao público. Linhas singelas, um teto inclinado evocando a página de um livro que está sendo passada, salas de leitura e de conferências. E lindas vistas. sejong.nl.go.kr
    14Biblioteca Nacional de Sejong (Coreia do Sul) A primeira sucursal da Biblioteca Nacional da Coreia do Sul foi construída na cidade de Sejong em 2013, e projetada por Samoo Architects & Engineers. Também é conhecida como E-Brary, acrônimo das palavras emotion e library (emoção e biblioteca em inglês), porque a pretensão deste projeto de arquitetura era criar um espaço “emocionante” onde os formatos de informação analógica e digital convergessem e fossem comodamente acessíveis ao público. Linhas singelas, um teto inclinado evocando a página de um livro que está sendo passada, salas de leitura e de conferências. E lindas vistas. sejong.nl.go.kr
  • Ela foi inaugurada em 1723 como biblioteca imperial e hoje é a maior e, provavelmente, a mais espetacular da Áustria. Mármore e madeira, esculturas, colunas e cúpulas cobertas de frescos. A Biblioteca Nacional, em Viena, celebra durante 2018 seu 650º aniversário, mostrando diversos tesouros que só expõe em ocasiões especiais, como o manuscrito original do Réquiem de Mozart, de 1791; a bíblia de Gutemberg de 1.286 páginas, de 1454 ,ou o evangeliario de Juan de Troppau. As exibições têm local na Sala de Gala, uma joia barroca do XVIII que alberga mais de 200.000 tomos e quatro globos terrestres venezianos de mais de um metro de diâmetro. onb.ac.atem
    15Biblioteca Nacional da Áustria (Viena) Ela foi inaugurada em 1723 como biblioteca imperial e hoje é a maior e, provavelmente, a mais espetacular da Áustria. Mármore e madeira, esculturas, colunas e cúpulas cobertas de frescos. A Biblioteca Nacional, em Viena, celebra durante 2018 seu 650º aniversário, mostrando diversos tesouros que só expõe em ocasiões especiais, como o manuscrito original do Réquiem de Mozart, de 1791; a bíblia de Gutemberg de 1.286 páginas, de 1454 ,ou o evangeliario de Juan de Troppau. As exibições têm local na Sala de Gala, uma joia barroca do XVIII que alberga mais de 200.000 tomos e quatro globos terrestres venezianos de mais de um metro de diâmetro. onb.ac.at/em
  • The Bod, a Biblioteca Bodleiana da Universidade de Oxford, deve seu nome ao diplomata e professor inglês Thomas Bodley, quem a fundou a princípios do século XVII. Um dos espaços bibliotecários mais antigos da Europa, transitado, entre outros, por J. R. R. Tolkien (primeiro como aluno e depois como docente) precisou de duas ampliações devido ao rapidíssimo incremento dos volumes armazenados. Parte dos fundos encontra-se baixo terra, na Câmera Radcliffe (na foto); outros estão na Torre das Cinco Ordens, chamada assim por estar decorada com colunas das cinco ordens da arquitetura clássica. A biblioteca original se conecta com a nova através de um túnel. bodleian.ox.ac.uk
    16Biblioteca Bodleiana da Universidade de Oxford (Inglaterra) The Bod, a Biblioteca Bodleiana da Universidade de Oxford, deve seu nome ao diplomata e professor inglês Thomas Bodley, quem a fundou a princípios do século XVII. Um dos espaços bibliotecários mais antigos da Europa, transitado, entre outros, por J. R. R. Tolkien (primeiro como aluno e depois como docente) precisou de duas ampliações devido ao rapidíssimo incremento dos volumes armazenados. Parte dos fundos encontra-se baixo terra, na Câmera Radcliffe (na foto); outros estão na Torre das Cinco Ordens, chamada assim por estar decorada com colunas das cinco ordens da arquitetura clássica. A biblioteca original se conecta com a nova através de um túnel. bodleian.ox.ac.uk
  • A criação do arquiteto Moshe Safdie se assemelha a um Coliseu moderno: um edifício retangular rodeado de por uma planta circular com uma fachada de arcos e, arrematando, um telhado verde a desenhado pela paisagista Cornelia Oberlander. Desde sua inauguração, em 1995, a Biblioteca Central de Vancouver converteu-se não só em um espaço dedicado aos livros, as revistas, a música e os videos, mas em um autêntico local de encontro e reunião social da cidade, para vizinhos e visitantes de todas as idades. É uma das 22 bibliotecas do sistema público da cidade canadense, considerado um dos melhores do mundo. vpl.ca
    17Biblioteca Central de Vancouver (Canadá) A criação do arquiteto Moshe Safdie se assemelha a um Coliseu moderno: um edifício retangular rodeado de por uma planta circular com uma fachada de arcos e, arrematando, um telhado verde a desenhado pela paisagista Cornelia Oberlander. Desde sua inauguração, em 1995, a Biblioteca Central de Vancouver converteu-se não só em um espaço dedicado aos livros, as revistas, a música e os videos, mas em um autêntico local de encontro e reunião social da cidade, para vizinhos e visitantes de todas as idades. É uma das 22 bibliotecas do sistema público da cidade canadense, considerado um dos melhores do mundo. vpl.ca
  • A versão século XXI da legendária Biblioteca de Alexandria, da que mal sobraram vestígios, é um bloque de 11 níveis (quatro deles subterrâneos) e com coberta circular em homenagem a Ra, deus do Sol; vidro e alumínio misturados com o cimento para refletir a luz mediterrânea, em lembrança do legendário farol de Alexandria. Uns 6.400 painéis de granito mostram caracteres de todos os alfabetos conhecidos do planeta em sua fachada (na foto). Foi oficialmente inaugurada em 2002, um milênio e meio após sua antecessora, perto do local que provavelmente ocupava a para recuperar seu “espírito de abertura e erudição”, nas palavras de seus responsáveis. bibalex.org
    18Bibliotheca Alexandrina (Alexandria, Egito) A versão século XXI da legendária Biblioteca de Alexandria, da que mal sobraram vestígios, é um bloque de 11 níveis (quatro deles subterrâneos) e com coberta circular em homenagem a Ra, deus do Sol; vidro e alumínio misturados com o cimento para refletir a luz mediterrânea, em lembrança do legendário farol de Alexandria. Uns 6.400 painéis de granito mostram caracteres de todos os alfabetos conhecidos do planeta em sua fachada (na foto). Foi oficialmente inaugurada em 2002, um milênio e meio após sua antecessora, perto do local que provavelmente ocupava a para recuperar seu “espírito de abertura e erudição”, nas palavras de seus responsáveis. bibalex.org
  • Esta biblioteca estatal, a mais antiga da Austrália, aberta desde 1826 em Nova Gales do Sul, perto dos Jardins Botânicos reais, tem uma cara neoclássica com o edifício Mitchell e uma fachada mais moderna, a da rua Macquarie (na imagem), fruto de uma ampliação inaugurada em 1988 e remodelada em 2012 para dotá-la de um novo espaço de aprendizagem para programas educativos. Um local para conhecer a história australiana e ver, por exemplo, um mapa de Tasmania desenhado em 1640 pelo explorador Abel Tasman. Sua animada programação inclui conversas, exposições ou filmes e documentais projetados no Auditório Metcalfe. sl.nsw.gov.au. ----
    19Biblioteca Estatal de Nova Gales do Sul (Austrália) Esta biblioteca estatal, a mais antiga da Austrália, aberta desde 1826 em Nova Gales do Sul, perto dos Jardins Botânicos reais, tem uma cara neoclássica com o edifício Mitchell e uma fachada mais moderna, a da rua Macquarie (na imagem), fruto de uma ampliação inaugurada em 1988 e remodelada em 2012 para dotá-la de um novo espaço de aprendizagem para programas educativos. Um local para conhecer a história australiana e ver, por exemplo, um mapa de Tasmania desenhado em 1640 pelo explorador Abel Tasman. Sua animada programação inclui conversas, exposições ou filmes e documentais projetados no Auditório Metcalfe. sl.nsw.gov.au. ----
  • A chamativa fachada da Biblioteca Pública de Bishan, em Cingapura, está cheia de pequenas cabines de cristal de cores (azuis, amarelos e verdes) onde os leitores podem desfrutar de um livro enquanto contemplam a paisagem. É a característica mais emblemática deste edifício eficiente (aproveita muito bem a luz natural) de cinco andares aberto ao público desde 2006. Seus autores, LOOK Architects, trabalharam desde o princípio com a ideia de criar a sensação de estar lendo em uma casa na árvore. nlb.gov.sg
    20Biblioteca Pública de Bishan (Cingapura) A chamativa fachada da Biblioteca Pública de Bishan, em Cingapura, está cheia de pequenas cabines de cristal de cores (azuis, amarelos e verdes) onde os leitores podem desfrutar de um livro enquanto contemplam a paisagem. É a característica mais emblemática deste edifício eficiente (aproveita muito bem a luz natural) de cinco andares aberto ao público desde 2006. Seus autores, LOOK Architects, trabalharam desde o princípio com a ideia de criar a sensação de estar lendo em uma casa na árvore. nlb.gov.sg