Golpe Militar
Protesto em Buenos Aires reúne centenas de pessoas na Praça de Maio no aniversário do golpe militar na Argentina, dia 24 de março.

Na Argentina, falar da ditadura e dos militares que a conduziram é motivo de desonra

País teve um dos regimes mais sanguinários do continente, com 30.000 mortos. Justiça já condenou centenas de militares, e há mais de mil indiciados ou aguardando sentenças

Imagem da homenagem na sexta-feira em frente à Igreja de Santa Cruz aos 12 sequestrados em 1977.

Argentina fecha o círculo do crime mais cruel da ditadura

40° aniversário do assassinato das fundadoras das Mães da Praça de Maio coincide com a condenação dos pilotos do voo em que morreram

Crítica
O baterista Larry Mullen Jr., do U2, exibe a camiseta “Censura nunca mais” no Morumbi, em São Paulo.

U2, obrigada pela visita à odiolândia

Censura nunca mais lia-se na camiseta. Anos atrás, ou talvez apenas meses atrás, eu teria achado tudo um truque fácil

Manifestantes erguem lenços brancos, objetos que as Mães e Avós da Praça de Maio usam para simbolizar as fraldas usadas por seus filhos desaparecidos.

Ato reúne milhares de argentinos contra sentença favorável a repressores

Após decisão da Corte Suprema, Congresso aprovou lei para impedir que torturadores sejam soltos

Hebe de Bonafini cumprimenta seus seguidores na Praça de Maio.

Juiz argentino pede a prisão da presidenta das Mães de Maio

Hebe de Bonafini é declarada “em rebelião” por se recusar a prestar depoimento em um caso de desvio de fundos

A impostora

A história de María Isabel Chorobik de Mariani é muito triste, a metáfora é terrível

Ditadura militar Argentina

Mario Bravo: “É um milagre ter encontrado a minha mãe com vida”

119º neto resgatado pelas Avós da Praça de Maio agradece à mãe, vítima da ditadura argentina, por tê-lo procurado todos esses anos

Ditadura Argentina
As Abuenas de Plaza de Mayo, grupo formado em 1977.

Recuperado na Argentina um neto da ditadura cuja mãe sobreviveu

É o 119 neto encontrado e o primeiro caso de uma mãe ainda viva que recupera o filho nascido numa prisão da ditadura militar

Reportagem
Vitória e a filha, nascida em um dos mais emblemáticos centros clandestinos de detenção da Argentina.

Uma verdade que queima

Roubados de suas famílias quando crianças, quatro filhos de militantes assassinados na ditadura argentina narram como encararam sua nova vida depois de serem recuperados pelas Avós da Praça de Maio

Ditadura Militar Argentina
Cristina Kirchner, na exposição “Eva Perón”.

Governo argentino procura uma referência política nos anos setenta

A presidenta Cristina Kirchner coloca no poder cada vez mais filhos de desaparecidos e protagonistas da luta contra a ditadura

Doze latino-americanos que foram notícia em 2014

Do papa Francisco a presidenta Dilma Rousseff, passando pelas conquistas esportivas, o cinema mexicano e a queda de ‘El Chapo’

Estela de Carlotto na Feira Internacional do Livro de Guadalajara

Identificado na Argentina o neto 116, sequestrado durante a ditadura militar

Desaparecido esteve há três meses na sede das Avós da Praça de Maio para realizar os testes genéticos

Estela de Carlotto com associados das Avós da Praça de Maio.

A Argentina debate lei para proibir a anistia de criminosos da ditadura

O país foi mudando sua postura sobre crimes do regime Primeiro os julgou, depois os perdoou, e desde 2003 voltou a condená-los

Grafite em um muro de Olavarría.

A lei do silêncio paira sobre os bebês roubados

Na cidade onde cresceu o neto de Estela de Carlotto quase todos os vizinhos sabiam que ele não era filho natural dos que o criaram

Estela de Carlotto (centro), depois de achar seu neto.

As Avós da Argentina ainda procuram 400 netos

O reencontro de Estela de Carlotto com seu familiar reaviva a busca pelas crianças sequestradas durante a ditadura

Rosa de Roisinblit, uma avó da Plaza de Mayo, abraça a sua parceira Estela de Carlotto nesta terça-feira em Buenos Aires.

Um dos símbolos das Avós da Praça de Maio recupera o seu neto na Argentina

Depois de 36 anos, Estela de Carlotto encontrou Guido, que fez voluntariamente o teste de DNA, duvidando de sua origem