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Notícias sobre a covid-19, ao vivo | Queiroga afirma que Brasil deve diminuir intervalo entre doses da Pfizer de três meses para três semanas

Brasil beira as 550.000 mortes pelo coronavírus. A cidade de São Paulo vacina contra a covid-19, nesta segunda-feira, grávidas e puérperas que receberam a primeira dose da AstraZeneca. França aprova lei que regulamenta um certificado de saúde para acessar maioria dos estabelecimentos

Homem faz teste de PCR  em Seul, na Coreia do Sul.
Homem faz teste de PCR em Seul, na Coreia do Sul.Ahn Young-joon / AP
São Paulo / Brasília - 26 jul 2021 - 18:10 UTC

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O Ministério da Saúde, Marcelo Queiroga, pode anunciar nos próximos dias a redução do intervalo entre as doses da vacina da Pfizer de três meses para três semanas. Queiroga afirmou para a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, que é “muito provável” que a decisão seja tomada. A cidade de São Paulo vacina contra a covid-19, nesta segunda-feira, grávidas e puérperas que receberam a primeira dose da AstraZeneca e que completarão o esquema vacinal com o imunizante da Pfizer. O Ministério da Saúde recomendou que a vacinação de grávidas e puérperas não seja mais feita com o imunizante da AstraZeneca. Segundo agenda da prefeitura, nesta terça-feira (27) está previsto o início para pessoas com 29 anos. Neste domingo, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) desconfirmou a vacinação das pessoas com 28 anos, que estava programada para acontecer nas próximas quinta e sexta-feira.O Brasil registrou neste domingo mais 476 mortes causadas pelo novo coronavírus, mostram os dados do Ministério da Saúde. O número mais baixo é explicado pela falta de informações do Ceará, que ficaram indisponíveis por problemas técnicos. Assim, o país totaliza 549.924 óbitos na pandemia. O Senado francês aprovou definitivamente no domingo o projeto de lei que regulamenta o uso de um certificado de saúde para acessar a maioria dos estabelecimentos públicos e exige a vacinação contra a covid-19 dos profissionais de saúde

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