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Notícias sobre a covid-19, ao vivo | Queiroga diz que colapso na Saúde ocorreu por “imprevisibilidade biológica”

Ministro da Saúde falou à CPI da Covid e se disse contra a quebra de patentes de vacinas. União Europeia se abre a “debater” a questão após sinalização de Joe Biden. Indústria farmacêutica vê o apoio do presidente dos Estados Unidos à suspensão de patentes como “decepcionante”. Siga as últimas notícias

Brazil's Health Minister Marcelo Queiroga attends a meeting of the Parliamentary Inquiry Committee (CPI) to investigate government actions and management during the coronavirus disease (COVID-19) pandemic, at the Federal Senate in Brasilia, Brazil May 6, 2021. REUTERS/Adriano Machado
Brazil's Health Minister Marcelo Queiroga attends a meeting of the Parliamentary Inquiry Committee (CPI) to investigate government actions and management during the coronavirus disease (COVID-19) pandemic, at the Federal Senate in Brasilia, Brazil May 6, 2021. REUTERS/Adriano MachadoADRIANO MACHADO / Reuters
São Paulo / Brasília - 06 mai 2021 - 22:18 UTC

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A CPI da Covid ouviu nesta quinta-feira o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na condição de testemunha. Na quarta, o ex-ministro da Saúde Nelson Teich reafirmou em seu depoimento os motivos que o levaram a deixar o Ministério após 29 dias de gestão: a falta de autonomia para conduzir a pasta e a divergência com o presidente Jair Bolsonaro sobre o uso da cloroquina, um medicamento sem eficácia para a covid-19. Em decisão histórica, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que o país aceitará suspender as patentes de vacinas contra a covid-19. Isso significa, na prática, que várias empresas poderiam produzir vacinas (e não apenas as farmacêuticas que desenvolveram o imunizante), o que aumentaria o abastecimento global e derrubaria preços. A União Europeia se disse aberta a debater a proposta, mas vê outras prioridades à frente. Para a indústria farmacêutica, a decisão de Biden é “decepcionante”. O Brasil registrou nas últimas 24 horas 2.550 novas mortes pela covid-19, totalizando 416.949 óbitos.

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