Retratos da tristeza da Coreia do Norte pelas lentes de uma Polaroid

Nesta imagem de outubro de 2014, realizada com uma câmara instantânea, Ri Ok-ran, 28 anos, e seu noivo, Kang Sung-jin, 32, posam para um retrato em Moranbong (Pyongyang), onde fizeram as fotos de seu casamento. Quando se pergunta aos norte-coreanos o que é importante para eles, costumam falar de trabalhar duro, praticar esporte ou ter muitos filhos. Kim Jong-un sempre aparece na conversa: “O mais importante, para nós, é ter muitos filhos, para que possam servir o exército e defender o nosso líder e o nosso país no futuro”.
Nesta imagem de outubro de 2014, realizada com uma câmara instantânea, Ri Ok-ran, 28 anos, e seu noivo, Kang Sung-jin, 32, posam para um retrato em Moranbong (Pyongyang), onde fizeram as fotos de seu casamento. Quando se pergunta aos norte-coreanos o que é importante para eles, costumam falar de trabalhar duro, praticar esporte ou ter muitos filhos. Kim Jong-un sempre aparece na conversa: “O mais importante, para nós, é ter muitos filhos, para que possam servir o exército e defender o nosso líder e o nosso país no futuro”.Wong Maye-E (AP)
Kim Jin-ok, 25 anos, posa dando alimento aos peixes em um viveiro de bagres de Pyongyang. Quando se pergunta o que lhes é mais importante, os norte-coreanos podem falar em trabalhar duro, em fazer esporte ou ter uma família grande, mas nunca se esquecem de Kim Jong-un. Seu lema: “Trabalhar duro no meu posto de trabalho agrada ao nosso líder Kim Jong-un”, explica Kim.
Kim Jin-ok, 25 anos, posa dando alimento aos peixes em um viveiro de bagres de Pyongyang. Quando se pergunta o que lhes é mais importante, os norte-coreanos podem falar em trabalhar duro, em fazer esporte ou ter uma família grande, mas nunca se esquecem de Kim Jong-un. Seu lema: “Trabalhar duro no meu posto de trabalho agrada ao nosso líder Kim Jong-un”, explica Kim.Wong Maye-E (AP)
Jo Myong-sim, camponesa que trabalhou por 15 anos na fazenda de produção de vegetais Chilgol, nos arredores de Pyongyang, posa para uma foto, em 24 de outubro de 2014, na plantação de couve, que será colhida e usada para produzir Kimchi em Pyongyang. O mais importante, para ela, é “a unidade familiar”.
Jo Myong-sim, camponesa que trabalhou por 15 anos na fazenda de produção de vegetais Chilgol, nos arredores de Pyongyang, posa para uma foto, em 24 de outubro de 2014, na plantação de couve, que será colhida e usada para produzir Kimchi em Pyongyang. O mais importante, para ela, é “a unidade familiar”.Wong Maye-E (AP)
Kim Uma, que estuda para ser obstetra, posa na Maternidade de Pyongyang, em 7 de maio de 2016. Kim gosta de seu trabalho, pois ele implica “trazer para o mundo uma nova vida”. Espera “conhecer um homem bom e ter cinco filhos”.
Kim Uma, que estuda para ser obstetra, posa na Maternidade de Pyongyang, em 7 de maio de 2016. Kim gosta de seu trabalho, pois ele implica “trazer para o mundo uma nova vida”. Espera “conhecer um homem bom e ter cinco filhos”.Wong Maye-E (AP)
Ri Nam-hae, à esquerda, e Kil Myong-kyong, ambas de 16 anos, posam em um cais na cidade de Wonsan, em junho de 2016. Ri quer ser jornalista e “difundir a propaganda da Coreia do Norte pelo mundo”. “Quero apoiar o líder Kim Jong-un e o meu país com o meu rifle”, acrescenta Kil.
Ri Nam-hae, à esquerda, e Kil Myong-kyong, ambas de 16 anos, posam em um cais na cidade de Wonsan, em junho de 2016. Ri quer ser jornalista e “difundir a propaganda da Coreia do Norte pelo mundo”. “Quero apoiar o líder Kim Jong-un e o meu país com o meu rifle”, acrescenta Kil.Wong Maye-E (AP)
Kang Jong-jin, um ex-soldado que prega solas de sapato em uma fábrica de calçados de Wonsan, posa para uma foto em seu local de trabalho, em 22 de junho de 2016. Kang trabalhou por várias horas dentro da ‘campanha dos 200 dias’ para cumprir a promessa de Kim Jong-un de elevar a qualidade de vida do país e reforçar seu plano quinquenal de desenvolvimento da economia. Este norte-coreano diz que quer colaborar com o plano do líder fazendo aulas para aprimorar seus conhecimentos científicos e tecnológicos.
Kang Jong-jin, um ex-soldado que prega solas de sapato em uma fábrica de calçados de Wonsan, posa para uma foto em seu local de trabalho, em 22 de junho de 2016. Kang trabalhou por várias horas dentro da ‘campanha dos 200 dias’ para cumprir a promessa de Kim Jong-un de elevar a qualidade de vida do país e reforçar seu plano quinquenal de desenvolvimento da economia. Este norte-coreano diz que quer colaborar com o plano do líder fazendo aulas para aprimorar seus conhecimentos científicos e tecnológicos.Wong Maye-E (AP)
Ri Chim-im dança com outros idosos em um parque de Moran Hill, em Pyongyang, em 10 de maio de 2015. Ri praticou dança diariamente durante os últimos cinco anos. Gosta de dançar, pois isso a mantém feliz e saudável. “O mais importante, para mim, é ter uma vida saudável, apoiando o partido que governa o país”.
Ri Chim-im dança com outros idosos em um parque de Moran Hill, em Pyongyang, em 10 de maio de 2015. Ri praticou dança diariamente durante os últimos cinco anos. Gosta de dançar, pois isso a mantém feliz e saudável. “O mais importante, para mim, é ter uma vida saudável, apoiando o partido que governa o país”.Wong Maye-E (AP)
Jang Sol-hyang, estudante de Matemática da Universidade Kim II-sung, posa em 13 de abril de 2017 na rua Ryomyong, recentemente inaugurada em Pyongyang. “Ser mulher não é um obstáculo para apoiar a liderança do marechal Kim Jong-u, e isso me estimula a ser até mesmo melhor”.
Jang Sol-hyang, estudante de Matemática da Universidade Kim II-sung, posa em 13 de abril de 2017 na rua Ryomyong, recentemente inaugurada em Pyongyang. “Ser mulher não é um obstáculo para apoiar a liderança do marechal Kim Jong-u, e isso me estimula a ser até mesmo melhor”.Wong Maye-E (AP)
Nesta imagem de outubro de 2014, realizada com uma câmara instantânea, Ri Ok-ran, 28 anos, e seu noivo, Kang Sung-jin, 32, posam para um retrato em Moranbong (Pyongyang), onde fizeram as fotos de seu casamento. Quando se pergunta aos norte-coreanos o que é importante para eles, costumam falar de trabalhar duro, praticar esporte ou ter muitos filhos. Kim Jong-un sempre aparece na conversa: “O mais importante, para nós, é ter muitos filhos, para que possam servir o exército e defender o nosso líder e o nosso país no futuro”.
Nesta imagem de outubro de 2014, realizada com uma câmara instantânea, Ri Ok-ran, 28 anos, e seu noivo, Kang Sung-jin, 32, posam para um retrato em Moranbong (Pyongyang), onde fizeram as fotos de seu casamento. Quando se pergunta aos norte-coreanos o que é importante para eles, costumam falar de trabalhar duro, praticar esporte ou ter muitos filhos. Kim Jong-un sempre aparece na conversa: “O mais importante, para nós, é ter muitos filhos, para que possam servir o exército e defender o nosso líder e o nosso país no futuro”.Wong Maye-E (AP)
Nesta foto de maio de 2015, Pak Sin-hyok, aluno da Universidade de Belas Artes de Pyongyang, posa com uma aquarela inacabada de árvores de Moranbong. Pak estudou durante três anos e espera se tornar um artista profissional depois de se formar no curso, que dura nove anos. “Quero dar o meu apoio fazendo uma arte voltada para o pensamento Juche, para levar glória a esta ideia, que é a ideia da autossuficiência”, afirma.
Nesta foto de maio de 2015, Pak Sin-hyok, aluno da Universidade de Belas Artes de Pyongyang, posa com uma aquarela inacabada de árvores de Moranbong. Pak estudou durante três anos e espera se tornar um artista profissional depois de se formar no curso, que dura nove anos. “Quero dar o meu apoio fazendo uma arte voltada para o pensamento Juche, para levar glória a esta ideia, que é a ideia da autossuficiência”, afirma.Wong Maye-E (AP)
Nesta foto de 17 de abril de 2017, Won-Dae-chol posa para um retrato no centro de Taekwondo, em Pyongyang. “Quero conquistar medalhas para poder satisfazer o nosso líder, Kim Jong-un”, afirma.
Nesta foto de 17 de abril de 2017, Won-Dae-chol posa para um retrato no centro de Taekwondo, em Pyongyang. “Quero conquistar medalhas para poder satisfazer o nosso líder, Kim Jong-un”, afirma.Wong Maye-E (AP)
AP (Wong Maye-E)
A capitã Ri Ok-gyong posa no Museu da Libertação da Pátria, em Pyongyang, em abril de 2017. Ri trabalhou como guia do museu durante dois anos. Estudou na Universidade de Línguas Estrangeiras em Pyongyang, onde aprendeu inglês e chinês. Gosta de seu trabalho, pois quer ajudar os estrangeiros a entenderem a “história real da Guerra da Coreia e a falsa propaganda dos EUA sobre a Coreia do Norte”. “Quero servir a Marinha para sempre, ajudando a defender a ideia do Songun (priorizar as questões militares) de Kim II-sung”, diz ela.
A capitã Ri Ok-gyong posa no Museu da Libertação da Pátria, em Pyongyang, em abril de 2017. Ri trabalhou como guia do museu durante dois anos. Estudou na Universidade de Línguas Estrangeiras em Pyongyang, onde aprendeu inglês e chinês. Gosta de seu trabalho, pois quer ajudar os estrangeiros a entenderem a “história real da Guerra da Coreia e a falsa propaganda dos EUA sobre a Coreia do Norte”. “Quero servir a Marinha para sempre, ajudando a defender a ideia do Songun (priorizar as questões militares) de Kim II-sung”, diz ela.Wong Maye-E (AP)
Nesta imagem, de maio de 2016, Pak Su-won, médico aposentado, posa na rua Mirae Scientists, uma nova região de Pyongyang que abriga instituições científicas. “Para mim, o mais importante é dedicar o que me resta de vida ao líder, Kim Jong-un. Por ele e pela nossa pátria”
Nesta imagem, de maio de 2016, Pak Su-won, médico aposentado, posa na rua Mirae Scientists, uma nova região de Pyongyang que abriga instituições científicas. “Para mim, o mais importante é dedicar o que me resta de vida ao líder, Kim Jong-un. Por ele e pela nossa pátria”Wong Maye-E (AP)

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