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20 destinos imperdíveis para grandes viajantes

Os principais destinos que todos os mochileiros deveriam incluir em suas listas

  • Quais são os lugares que todo turista ou viajante precisa visitar pelo menos uma vez na vida? Seguindo a moda das listas, Lonely Planet acaba de publicar um de seus valiosos ‘rankings’, com a seleção dos lugares imperdíveis que todo grande viajante aspira a conhecer (como o Grand Canyon do Colorado, na foto). O top 20 reúne destinos escolhidos pelos especialistas do Lonely Planet a partir de uma relação de 500 lugares analisados, e integra o livro ‘Ultimate Travelist’ (www.lonelyplanet.comultimate-travel).
    120 destinos imperdíveis para grandes viajantes Quais são os lugares que todo turista ou viajante precisa visitar pelo menos uma vez na vida? Seguindo a moda das listas, Lonely Planet acaba de publicar um de seus valiosos ‘rankings’, com a seleção dos lugares imperdíveis que todo grande viajante aspira a conhecer (como o Grand Canyon do Colorado, na foto). O top 20 reúne destinos escolhidos pelos especialistas do Lonely Planet a partir de uma relação de 500 lugares analisados, e integra o livro ‘Ultimate Travelist’ (www.lonelyplanet.com/ultimate-travel).
  • O conjunto de templos de Angkor é, indiscutivelmente, o destino que todos os viajantes do mundo incluem em sua lista de viagens dos sonhos. Concebido como “o céu na terra”, esse complexo hindu com mais de mil templos, pagodes e tumbas forma uma cidade imensa de cúpulas que se destacam em meio à floresta do norte do Camboja, muitas das quais ainda são envolvidas em grande mistério. Para os hindus, os templos são uma representação do sagrado Monte Meru (o monte Olimpo para essa região, residência dos deuses antigos). Os templos se integram perfeitamente com a natureza e possuem uma dimensão e uma simetria muito especiais, que os transformam em fonte de inspiração e de orgulho nacional para todos os khmers. É um ponto de peregrinação religioso, mas sobretudo turístico.
    2Templos de Angkor (Camboja) O conjunto de templos de Angkor é, indiscutivelmente, o destino que todos os viajantes do mundo incluem em sua lista de viagens dos sonhos. Concebido como “o céu na terra”, esse complexo hindu com mais de mil templos, pagodes e tumbas forma uma cidade imensa de cúpulas que se destacam em meio à floresta do norte do Camboja, muitas das quais ainda são envolvidas em grande mistério. Para os hindus, os templos são uma representação do sagrado Monte Meru (o monte Olimpo para essa região, residência dos deuses antigos). Os templos se integram perfeitamente com a natureza e possuem uma dimensão e uma simetria muito especiais, que os transformam em fonte de inspiração e de orgulho nacional para todos os khmers. É um ponto de peregrinação religioso, mas sobretudo turístico.
  • Seus 2.000 quilômetros de arrecifes de coral junto à costa de Queensland são uma tentação irresistível para mergulhadores, mas também para aqueles que se satisfazem com uma máscara de mergulho e pés-de-pato para passear por esse colorido reino subaquático e ver de perto os seus deslumbrantes corais. Também se pode explorar os arrecifes com barco à vela, fazendo um voo panorâmico, observar a vida marinha através do fundo de vidro de um semissubmarino ou hospedar-se em um centro turístico de uma ilha isolada e cercada de corais. Os cinco pontos de acesso à grande barreira são Port Douglas, Townsville, Caims (o mais conhecido e que abriga operações de muitas empresas), as ilhas Whitsundays e as ilhas do Arrecife Sul, o destino mais idílico e menos explorado.
    3Grande barreira de coral (Austrália) Seus 2.000 quilômetros de arrecifes de coral junto à costa de Queensland são uma tentação irresistível para mergulhadores, mas também para aqueles que se satisfazem com uma máscara de mergulho e pés-de-pato para passear por esse colorido reino subaquático e ver de perto os seus deslumbrantes corais. Também se pode explorar os arrecifes com barco à vela, fazendo um voo panorâmico, observar a vida marinha através do fundo de vidro de um semissubmarino ou hospedar-se em um centro turístico de uma ilha isolada e cercada de corais. Os cinco pontos de acesso à grande barreira são Port Douglas, Townsville, Caims (o mais conhecido e que abriga operações de muitas empresas), as ilhas Whitsundays e as ilhas do Arrecife Sul, o destino mais idílico e menos explorado.
  • Para aqueles que viajam pela América do Sul, a visita à cidade inca de Machu Picchu é o clímax da rota. Com sua localização espetacular, é o mais famoso sítio arqueológico do continente. Na alta temporada, que vai do final de maio ao início de setembro, recebe um grande fluxo turístico, mas nem sequer os turistas conseguem ofuscar seu ar de grandeza e mistério. Os terraços cor de esmeralda, rodeados por picos e cordilheiras andinas, formam um espetáculo que supera o imaginável. Essa maravilha da engenharia suportou seis séculos de terremotos, invasores estrangeiros e condições climáticas adversas. Os conquistadores nunca chegaram a conhecer essa impressionante cidade antiga, que ficou quase esquecida até o início do século XX. O viajante pode descobri-la por si mesmo, passear até seus templos de pedra e subir até as alturas vertiginosas de Huayna Picchu.
    4Machu Picchu (Peru) Para aqueles que viajam pela América do Sul, a visita à cidade inca de Machu Picchu é o clímax da rota. Com sua localização espetacular, é o mais famoso sítio arqueológico do continente. Na alta temporada, que vai do final de maio ao início de setembro, recebe um grande fluxo turístico, mas nem sequer os turistas conseguem ofuscar seu ar de grandeza e mistério. Os terraços cor de esmeralda, rodeados por picos e cordilheiras andinas, formam um espetáculo que supera o imaginável. Essa maravilha da engenharia suportou seis séculos de terremotos, invasores estrangeiros e condições climáticas adversas. Os conquistadores nunca chegaram a conhecer essa impressionante cidade antiga, que ficou quase esquecida até o início do século XX. O viajante pode descobri-la por si mesmo, passear até seus templos de pedra e subir até as alturas vertiginosas de Huayna Picchu.
  • Façanha máxima da engenharia chinesa, a Grande Muralha serpenteia desde sua área Manchu ao norte (destroços dispersos na província de Liaoning) até os últimos vestígios resultantes da erosão causada pelo vento no deserto de Gobi ou seus rastros quase apagados nas ásperas areias de Xinjiang. Astronautas disseram que é possível visualizá-la a partir do espaço (agora dizem que não está confirmado), mas, nós, simples mortais, nos contentaremos em viajar à China e escolher alguns trechos para contemplar de perto essa fortificação que simboliza as eternas qualidades chinesas: diligência, abundante mão de obra, visão ambiciosa do futuro e talento para a engenharia (além de uma grande desconfiança em relação aos vizinhos). Há partes perfeitamente preservadas (e mais turísticas), mas também em ruínas, sem seus tijolos, invadidas por ervas daninhas ou desmoronando.
    5Grande Muralha (China) Façanha máxima da engenharia chinesa, a Grande Muralha serpenteia desde sua área Manchu ao norte (destroços dispersos na província de Liaoning) até os últimos vestígios resultantes da erosão causada pelo vento no deserto de Gobi ou seus rastros quase apagados nas ásperas areias de Xinjiang. Astronautas disseram que é possível visualizá-la a partir do espaço (agora dizem que não está confirmado), mas, nós, simples mortais, nos contentaremos em viajar à China e escolher alguns trechos para contemplar de perto essa fortificação que simboliza as eternas qualidades chinesas: diligência, abundante mão de obra, visão ambiciosa do futuro e talento para a engenharia (além de uma grande desconfiança em relação aos vizinhos). Há partes perfeitamente preservadas (e mais turísticas), mas também em ruínas, sem seus tijolos, invadidas por ervas daninhas ou desmoronando.
  • Ninguém quer perder a contemplação, pelo menos uma vez na vida, dessa obra singular que muitos consideram a mais bonita do mundo. Rabindranath Tagore a descreveu como "uma lágrima na face da eternidade" e Rudyard Kiling disse que era "a personificação de todas as coisas puras". Foi construída pelo imperador Shah Jahan em memória de sua segunda esposa, Mumtaz Mahah, no século XVII. Shah Jahan foi deposto por seu filho pouco depois e confinado no forte de Agra, de modo que até sua morte só pôde contemplar sua criação a partir de uma janela da fortificação. Seu exterior é tão imaculado hoje como quando foi construído, especialmente após a restauração realizada em 2002.
    6Taj Mahal (Índia) Ninguém quer perder a contemplação, pelo menos uma vez na vida, dessa obra singular que muitos consideram a mais bonita do mundo. Rabindranath Tagore a descreveu como "uma lágrima na face da eternidade" e Rudyard Kiling disse que era "a personificação de todas as coisas puras". Foi construída pelo imperador Shah Jahan em memória de sua segunda esposa, Mumtaz Mahah, no século XVII. Shah Jahan foi deposto por seu filho pouco depois e confinado no forte de Agra, de modo que até sua morte só pôde contemplar sua criação a partir de uma janela da fortificação. Seu exterior é tão imaculado hoje como quando foi construído, especialmente após a restauração realizada em 2002.
  • Mesmo com todos os filmes, documentários e fotos que tenhamos visto sobre o Grand Canyon, nada nos prepara para a contemplação ao vivo desse lugar magnífico, uma das sete maravilhas naturais do mundo. Aqui tudo é superlativo. É tão grande e tão antigo que levou seis milhões de anos para ser formado e algumas rochas têm dois bilhões de anos. Quando se contempla o parque, tem-se a impressão de estar à beira do grande mistério da Terra. Em sua bacia corre o Rio Colorado ao longo de 445 quilômetros, e suas margens estão separadas por mais de 320km; raramente é possível visitar ambas na mesma viagem. A maioria opta pela vertente sul devido ao fácil acesso, oferta de serviços e paisagens deslumbrantes. O extremo norte, mais tranquilo, também tem seus encantos: está a 2.500 metros de altura (305m a mais do que o lado sul) e temperaturas mais amenas dão lugar a prados de flores silvestres favoráveis ​​e árvores altas.
    7Grand Canyon (EUA) Mesmo com todos os filmes, documentários e fotos que tenhamos visto sobre o Grand Canyon, nada nos prepara para a contemplação ao vivo desse lugar magnífico, uma das sete maravilhas naturais do mundo. Aqui tudo é superlativo. É tão grande e tão antigo que levou seis milhões de anos para ser formado e algumas rochas têm dois bilhões de anos. Quando se contempla o parque, tem-se a impressão de estar à beira do grande mistério da Terra. Em sua bacia corre o Rio Colorado ao longo de 445 quilômetros, e suas margens estão separadas por mais de 320km; raramente é possível visitar ambas na mesma viagem. A maioria opta pela vertente sul devido ao fácil acesso, oferta de serviços e paisagens deslumbrantes. O extremo norte, mais tranquilo, também tem seus encantos: está a 2.500 metros de altura (305m a mais do que o lado sul) e temperaturas mais amenas dão lugar a prados de flores silvestres favoráveis ​​e árvores altas.
  • Mesmo antes de entrar nesse antigo anfiteatro romano, sua silhueta surpreende em meio à Roma moderna. Impressiona por seu tamanho e os séculos que tem resistido em pé, mas especialmente por seu bom estado de conservação. É uma das principais atrações turísticas da Itália —mais de cinco milhões de visitantes por ano—, mas, mesmo entre as hordas de turistas, é possível fazer uma imersão na vida da Antiga Roma (melhor na parte da tarde, quando os dias ficam mais longos, à luz do pôr-do-sol). O anfiteatro foi inaugurado pelo Imperador Tito, no ano 81, com jogos que duraram 100 dias e 100 noites. Isso sim que era festa! Uma outra curiosidade: seu nome foi inspirado no Colosso di Nerone, uma estátua gigantesca de Nero que ficava nas proximidades.
    8Coliseu (Roma) Mesmo antes de entrar nesse antigo anfiteatro romano, sua silhueta surpreende em meio à Roma moderna. Impressiona por seu tamanho e os séculos que tem resistido em pé, mas especialmente por seu bom estado de conservação. É uma das principais atrações turísticas da Itália —mais de cinco milhões de visitantes por ano—, mas, mesmo entre as hordas de turistas, é possível fazer uma imersão na vida da Antiga Roma (melhor na parte da tarde, quando os dias ficam mais longos, à luz do pôr-do-sol). O anfiteatro foi inaugurado pelo Imperador Tito, no ano 81, com jogos que duraram 100 dias e 100 noites. Isso sim que era festa! Uma outra curiosidade: seu nome foi inspirado no Colosso di Nerone, uma estátua gigantesca de Nero que ficava nas proximidades.
  • O panorama tira o fôlego de qualquer um, e o rugido de centenas de cachoeiras (com três quilômetros de largura) fica gravado na memória para sempre. O tranquilo rio Iguaçu, que corre através da selva entre a Argentina e o Brasil, avança por um penhasco de basalto oferecendo um espetáculo de som, espuma e cascata vertical de água; uma experiência completa para os sentidos. Além disso, os parques nacionais que envolvem as cataratas são um belo cenário com excelentes opções para contemplar a natureza. É fácil visitar as cataratas de ambos os lados das fronteiras argentina-brasileiras, mesmo a partir do Paraguai. Recomendamos ir a ambos os lados e rezar para que faça sol (a diferença com um dia nublado é enorme); os arco-íris e borboletas são característicos dos dias ensolarados. As vistas são mais do que panorâmicas do lado brasileiro, mas do lado argentino é possível ver as cachoeiras de perto.
    9Iguaçu (Brasil e Argentina) O panorama tira o fôlego de qualquer um, e o rugido de centenas de cachoeiras (com três quilômetros de largura) fica gravado na memória para sempre. O tranquilo rio Iguaçu, que corre através da selva entre a Argentina e o Brasil, avança por um penhasco de basalto oferecendo um espetáculo de som, espuma e cascata vertical de água; uma experiência completa para os sentidos. Além disso, os parques nacionais que envolvem as cataratas são um belo cenário com excelentes opções para contemplar a natureza. É fácil visitar as cataratas de ambos os lados das fronteiras argentina-brasileiras, mesmo a partir do Paraguai. Recomendamos ir a ambos os lados e rezar para que faça sol (a diferença com um dia nublado é enorme); os arco-íris e borboletas são característicos dos dias ensolarados. As vistas são mais do que panorâmicas do lado brasileiro, mas do lado argentino é possível ver as cachoeiras de perto.
  • Não são só os espanhóis que acham isso. Parece que os viajantes de todo o mundo concordam que visitar Alhambra, em Granada, na Espanha, é uma daquelas experiências inesquecíveis. No topo de uma colina, com a serra Nevada de fundo, a cidadela muçulmana há quase mil anos deixa os visitantes sem palavras. Os arquitetos ligados à arte nasrida demonstraram com esse palácio-fortaleza que a combinação de talento e senso artístico pode construir lugares incríveis, embora os materiais não sejam os mais luxuosos do mundo. As florestas de ciprestes e ulmeiros que rodeiam o lugar anunciam o que está por dentro: um complexo de jardins e palácios ricamente ornamentados, que foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco.
    10Alhambra (Granada) Não são só os espanhóis que acham isso. Parece que os viajantes de todo o mundo concordam que visitar Alhambra, em Granada, na Espanha, é uma daquelas experiências inesquecíveis. No topo de uma colina, com a serra Nevada de fundo, a cidadela muçulmana há quase mil anos deixa os visitantes sem palavras. Os arquitetos ligados à arte nasrida demonstraram com esse palácio-fortaleza que a combinação de talento e senso artístico pode construir lugares incríveis, embora os materiais não sejam os mais luxuosos do mundo. As florestas de ciprestes e ulmeiros que rodeiam o lugar anunciam o que está por dentro: um complexo de jardins e palácios ricamente ornamentados, que foi declarado Patrimônio Mundial pela Unesco.
  • Nenhum templo do mundo supera a Igreja da Divina Sabedoria (Santa Sofia), o maior baluarte da cristandade até a tomada de Constantinopla pelos otomanos. O imperador Justiniano mandou erguê-la no século VI como parte da sua missão: restituir o esplendor do império romano. Contemplando a cúpula, que parece flutuar, é difícil acreditar que essa maravilha coberta de afrescos não pudesse, por si só, colocar Roma de volta nos trilhos. Ter acesso ao seu interior, coberto de mosaicos e mensagens deixadas por gerações de governantes, produz uma sensação reservada a pouquíssimas construções do mundo. Mehmet, o Conquistador, transformou-a em mesquita em 1453, e Ataturk fez dela um museu em 1935. Convém visitá-la devagar, deixando-se impressionar por cada mosaico, coluna e estátua.
    11Santa Sofía (Istambul) Nenhum templo do mundo supera a Igreja da Divina Sabedoria (Santa Sofia), o maior baluarte da cristandade até a tomada de Constantinopla pelos otomanos. O imperador Justiniano mandou erguê-la no século VI como parte da sua missão: restituir o esplendor do império romano. Contemplando a cúpula, que parece flutuar, é difícil acreditar que essa maravilha coberta de afrescos não pudesse, por si só, colocar Roma de volta nos trilhos. Ter acesso ao seu interior, coberto de mosaicos e mensagens deixadas por gerações de governantes, produz uma sensação reservada a pouquíssimas construções do mundo. Mehmet, o Conquistador, transformou-a em mesquita em 1453, e Ataturk fez dela um museu em 1935. Convém visitá-la devagar, deixando-se impressionar por cada mosaico, coluna e estátua.
  • Passar da ville nouvelle a Fez el-Bali, a medina de Fez, é como viajar no tempo. Seu traçado labiríntico não mudou em quase um milênio porque as colinas que rodeiam a cidade limitaram sua expansão. Não é preciso ter medo de mergulhar nessas ruelas que serpenteiam, nos becos sem saída e nos mercados escondidos: se você ficar perdido, basta seguir o fluxo de gente até a via principal ou pedir a um morador que mostre o caminho. É uma aventura que nos leva a um mundo medieval de praças escuras, enormes portas adornadas e mercados cheios de cores. Não se esqueça de levantar a vista para se maravilhar com as sancas, os tetos adornados com cedro e a caligrafia árabe. E embaixo, mosaicos que parecem pedras preciosas. É um lugar cheio de vida, de personagens curiosos, cores, cheiros, artesãos e barraquinhas de comida onde podemos provar vários pratos: da b’sara (sopa de feijão com alho, especialidade de Fez) até a culinária marroquina mais sofisticada.
    12Medina de Fez (Marrocos) Passar da ville nouvelle a Fez el-Bali, a medina de Fez, é como viajar no tempo. Seu traçado labiríntico não mudou em quase um milênio porque as colinas que rodeiam a cidade limitaram sua expansão. Não é preciso ter medo de mergulhar nessas ruelas que serpenteiam, nos becos sem saída e nos mercados escondidos: se você ficar perdido, basta seguir o fluxo de gente até a via principal ou pedir a um morador que mostre o caminho. É uma aventura que nos leva a um mundo medieval de praças escuras, enormes portas adornadas e mercados cheios de cores. Não se esqueça de levantar a vista para se maravilhar com as sancas, os tetos adornados com cedro e a caligrafia árabe. E embaixo, mosaicos que parecem pedras preciosas. É um lugar cheio de vida, de personagens curiosos, cores, cheiros, artesãos e barraquinhas de comida onde podemos provar vários pratos: da b’sara (sopa de feijão com alho, especialidade de Fez) até a culinária marroquina mais sofisticada.
  • Os Doze Apóstolos não são apóstolos nem são doze, mas assim ficaram conhecidas as formações rochosas que surgem entre as revoltas águas do mar e que são um dos pontos de interesse mais famosos do Estado australiano de Vitória. Do mirante podemos contar claramente sete, mas talvez uns tampem os outros (os habitantes da zona dizem que depende do ponto de você os observa). Na verdade, tanto faz: a vista é maravilhosa. Essas escarpas eram chamadas de A Porca e os Porquinhos até os anos 60, quando alguém pensou que um nome mais digno atrairia o turismo – daí os Apóstolos. Chegar é quase tão impactante como contemplar esse monumento natural, dirigindo por estradas que lançam curvas ao lado das praias espetaculares do estreito de Bass, para em seguida ir em direção ao interior atravessando selvas cheias de pequenas aldeias e árvores enormes. Mas isso não é tudo: mais adiante, na Grande Estrada Oceânica, encontra-se a joia marítima de Port Fairy e o isolado Bridgewater Cape.
    13Doze Apóstolos (Austrália) Os Doze Apóstolos não são apóstolos nem são doze, mas assim ficaram conhecidas as formações rochosas que surgem entre as revoltas águas do mar e que são um dos pontos de interesse mais famosos do Estado australiano de Vitória. Do mirante podemos contar claramente sete, mas talvez uns tampem os outros (os habitantes da zona dizem que depende do ponto de você os observa). Na verdade, tanto faz: a vista é maravilhosa. Essas escarpas eram chamadas de A Porca e os Porquinhos até os anos 60, quando alguém pensou que um nome mais digno atrairia o turismo – daí os Apóstolos. Chegar é quase tão impactante como contemplar esse monumento natural, dirigindo por estradas que lançam curvas ao lado das praias espetaculares do estreito de Bass, para em seguida ir em direção ao interior atravessando selvas cheias de pequenas aldeias e árvores enormes. Mas isso não é tudo: mais adiante, na Grande Estrada Oceânica, encontra-se a joia marítima de Port Fairy e o isolado Bridgewater Cape.
  • Desde que o explorador suíço Jean Louis Burckhardt redescobriu esse enclave espetacular em 1812, a antiga cidade dos nabateus tem sido um ímã para os visitantes. Sem dúvida, Petra é a principal atração de qualquer viagem à Jordânia. Nenhum turista resiste à sua magia, sobretudo quando o sol se põe entre a labiríntica paisagem de tumbas, fachadas esculpidas, pilares e paredes de arenito dourado. Algumas experiências mais que recomendáveis são admirar os primeiros raios de Sol sobre as colunas do Tesouro (sublime espetáculo no final do Siq, o desfiladeiro que conduz a Petra) e subir ao altar dos sacrifícios, tomar um chá com os beduínos e voltar ao vale por um jardim de flores silvestres.
    14Petra (Jordânia) Desde que o explorador suíço Jean Louis Burckhardt redescobriu esse enclave espetacular em 1812, a antiga cidade dos nabateus tem sido um ímã para os visitantes. Sem dúvida, Petra é a principal atração de qualquer viagem à Jordânia. Nenhum turista resiste à sua magia, sobretudo quando o sol se põe entre a labiríntica paisagem de tumbas, fachadas esculpidas, pilares e paredes de arenito dourado. Algumas experiências mais que recomendáveis são admirar os primeiros raios de Sol sobre as colunas do Tesouro (sublime espetáculo no final do Siq, o desfiladeiro que conduz a Petra) e subir ao altar dos sacrifícios, tomar um chá com os beduínos e voltar ao vale por um jardim de flores silvestres.
  • Além da cidade de Antigua, os templos de Tikal são a grande atração da Guatemala. Extraordinariamente restaurados, essas pirâmides de origem maia emergem num canto da selva e surpreendem por seu tamanho e sua destreza arquitetônica. O melhor é chegar à Gran Plaza bem no início da manhã. Ocupada durante 1.600 anos, Tikal representa o esplendor cultural e artístico alcançado por essa civilização da selva. O elevado templo IV, no limite ocidental do recinto, oferece uma vista fabulosa. Também vale admirar a abundância da fauna e da flora ao percorrer as trilhas entre os centros cerimoniais. Ao passear pelas largas trilhas elevadas, originalmente construídas com pedaços de pedra calcária para facilitar o tráfego entre os complexos de templos, talvez você possa ver macacos-aranha, raposas e pavões.
    15Tikal (Guatemala) Além da cidade de Antigua, os templos de Tikal são a grande atração da Guatemala. Extraordinariamente restaurados, essas pirâmides de origem maia emergem num canto da selva e surpreendem por seu tamanho e sua destreza arquitetônica. O melhor é chegar à Gran Plaza bem no início da manhã. Ocupada durante 1.600 anos, Tikal representa o esplendor cultural e artístico alcançado por essa civilização da selva. O elevado templo IV, no limite ocidental do recinto, oferece uma vista fabulosa. Também vale admirar a abundância da fauna e da flora ao percorrer as trilhas entre os centros cerimoniais. Ao passear pelas largas trilhas elevadas, originalmente construídas com pedaços de pedra calcária para facilitar o tráfego entre os complexos de templos, talvez você possa ver macacos-aranha, raposas e pavões.
  • Cinco milhões de pessoas visitam todo ano este museu situado no bairro londrino de Bloomsburry. A atração turística mais popular de Londres oferece uma coleção extensa e consagrada de objetos, arte e antiguidades. Seria possível passar aqui uma vida inteira e descobrir algo novo a cada dia (o acesso é gratuito). A coleção foi criada em 1753, quando o médico real Hans Sloane vendeu seu “gabinete de curiosidades”, e aberta ao público em 1759. Desde então, foi enriquecida com todo tipo de aquisições, legados e saques. É difícil escolher, mas há várias salas e peças indispensáveis: a Pedra da Rosetta, a Múmia de Katebet, as esculturas do Partenon, os touros alados de Khorsabad, o barco funerário de Sutton, o tesouro de Mildenhall e o xadrez de Lewis.
    16British Museum (Londres) Cinco milhões de pessoas visitam todo ano este museu situado no bairro londrino de Bloomsburry. A atração turística mais popular de Londres oferece uma coleção extensa e consagrada de objetos, arte e antiguidades. Seria possível passar aqui uma vida inteira e descobrir algo novo a cada dia (o acesso é gratuito). A coleção foi criada em 1753, quando o médico real Hans Sloane vendeu seu “gabinete de curiosidades”, e aberta ao público em 1759. Desde então, foi enriquecida com todo tipo de aquisições, legados e saques. É difícil escolher, mas há várias salas e peças indispensáveis: a Pedra da Rosetta, a Múmia de Katebet, as esculturas do Partenon, os touros alados de Khorsabad, o barco funerário de Sutton, o tesouro de Mildenhall e o xadrez de Lewis.
  • Essa obra-prima do modernismo é um dos ícones de Barcelona e o monumento mais visitado da Espanha. Sua verticalidade chama a atenção dos turistas, mas eles ficam realmente espantados ao ver que ela continua em construção mais de 80 anos depois da morte de seu criador, Antoni Gaudí. O templo singular, imaginativo, intenso, inspirado na natureza e com certa influência gótica, aponta para o céu com majestade. Atravessar seus portais esculpidos é como entrar num conto de fadas, onde um bosque de colunas alcança o teto e a luz entra por vitrais assombrosos. Com ricos detalhes em ferro e símbolos por todo canto, a Sagrada Família convida a horas de contemplação.
    17Sagrada Família (Barcelona) Essa obra-prima do modernismo é um dos ícones de Barcelona e o monumento mais visitado da Espanha. Sua verticalidade chama a atenção dos turistas, mas eles ficam realmente espantados ao ver que ela continua em construção mais de 80 anos depois da morte de seu criador, Antoni Gaudí. O templo singular, imaginativo, intenso, inspirado na natureza e com certa influência gótica, aponta para o céu com majestade. Atravessar seus portais esculpidos é como entrar num conto de fadas, onde um bosque de colunas alcança o teto e a luz entra por vitrais assombrosos. Com ricos detalhes em ferro e símbolos por todo canto, a Sagrada Família convida a horas de contemplação.
  • Fiordland, na ilha sul da Nova Zelândia, é a região natural mais extensa e impenetrável do país. Um conjunto de montes escarpados e frondosos, dividido por profundas enseadas (tecnicamente, fiordes) que avançam terra adentro. Esse parque nacional integra a Te Wahipounamu Southwest Area, uma combinação de quatro reservas que abrangem 26.000 quilômetros quadrados e que reúnem fauna e flora únicas, além de ser um importante centro da cultura dos maoris.
    18Parque Nacional dos Fiordes (Nova Zelândia) Fiordland, na ilha sul da Nova Zelândia, é a região natural mais extensa e impenetrável do país. Um conjunto de montes escarpados e frondosos, dividido por profundas enseadas (tecnicamente, fiordes) que avançam terra adentro. Esse parque nacional integra a Te Wahipounamu Southwest Area, uma combinação de quatro reservas que abrangem 26.000 quilômetros quadrados e que reúnem fauna e flora únicas, além de ser um importante centro da cultura dos maoris.
  • De todas as ilhas gregas, Santorini é a que os viajantes costumam escolher quando lhes pedem que selecionem uma. Conta com 16 quilômetros de falésias multicoloridas elevadas a mais de 300 metros a partir de uma caldeira sepultada no mar. A ilha, modelada pelo fogo pré-histórico, é famosa também por seus espetaculares crepúsculos. Nas tardes de verão, as vilas de Fira e Oia, no alto das falésias, ficam repletas de visitantes atônitos diante da cor vermelho sangue do céu do poente, enquanto o Sol se esconde.
    19Santorini (Grécia) De todas as ilhas gregas, Santorini é a que os viajantes costumam escolher quando lhes pedem que selecionem uma. Conta com 16 quilômetros de falésias multicoloridas elevadas a mais de 300 metros a partir de uma caldeira sepultada no mar. A ilha, modelada pelo fogo pré-histórico, é famosa também por seus espetaculares crepúsculos. Nas tardes de verão, as vilas de Fira e Oia, no alto das falésias, ficam repletas de visitantes atônitos diante da cor vermelho sangue do céu do poente, enquanto o Sol se esconde.
  • É o destino sonhado por todos os amantes da natureza e os interessados na história da evolução e dos animais com aspecto pré-histórico. As Galápagos podem levar o viajante a ter uma nova visão do mundo: as criaturas que habitam esse lugar, algumas delas únicas no planeta, agem como se os humanos não fossem mais que um adorno um pouco irritante. Quem procura a típica ilha paradisíaca deveria ir a outro lugar, pois aqui quase não há vegetação e sua paisagem mais parece a da Lua que do Havaí.
    20Ilhas Galápagos (Equador) É o destino sonhado por todos os amantes da natureza e os interessados na história da evolução e dos animais com aspecto pré-histórico. As Galápagos podem levar o viajante a ter uma nova visão do mundo: as criaturas que habitam esse lugar, algumas delas únicas no planeta, agem como se os humanos não fossem mais que um adorno um pouco irritante. Quem procura a típica ilha paradisíaca deveria ir a outro lugar, pois aqui quase não há vegetação e sua paisagem mais parece a da Lua que do Havaí.
  • Nem todas as visitas imprescindíveis seriam óbvias. Do ponto de vista europeu, podemos ficar surpresos com a inclusão desse museu da Tasmânia entre as visitas que ninguém deveria perder (não nos esqueçamos da origem australiana da Lonely Planet), mas os que viram o MONA concordam: é uma das experiências artísticas mais extraordinárias da Austrália. O Museum of Old and New Art (MONA) é uma instituição inovadora cujo proprietário, o filantropo David Walsh, define como “uma Disneylândia subversiva para adultos”. Seus três níveis são formados por espetaculares galerias subterrâneas que guardam mais de 400 obras de arte, clássicas e recentes, geralmente bem polêmicas.
    21Museu MONA (Hobart, Austrália) Nem todas as visitas imprescindíveis seriam óbvias. Do ponto de vista europeu, podemos ficar surpresos com a inclusão desse museu da Tasmânia entre as visitas que ninguém deveria perder (não nos esqueçamos da origem australiana da Lonely Planet), mas os que viram o MONA concordam: é uma das experiências artísticas mais extraordinárias da Austrália. O Museum of Old and New Art (MONA) é uma instituição inovadora cujo proprietário, o filantropo David Walsh, define como “uma Disneylândia subversiva para adultos”. Seus três níveis são formados por espetaculares galerias subterrâneas que guardam mais de 400 obras de arte, clássicas e recentes, geralmente bem polêmicas.