<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" version="2.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title><![CDATA[EL PAÍS]]></title><link>https://brasil.elpais.com</link><atom:link href="https://brasil.elpais.com/arc/outboundfeeds/rss/" rel="self" type="application/rss+xml"/><description><![CDATA[EL PAÍS News Feed]]></description><lastBuildDate>Fri, 29 May 2026 16:33:53 +0000</lastBuildDate><language>pt-BR</language><ttl>1</ttl><sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency><item><title><![CDATA[Sírios escondidos em vala de floresta da Polônia: “Tudo o que eu quero é chegar à Alemanha”]]></title><link>https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-17/quatro-sirios-escondidos-em-uma-vala-na-floresta-da-polonia-tudo-o-que-eu-quero-e-chegar-a-alemanha.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-17/quatro-sirios-escondidos-em-uma-vala-na-floresta-da-polonia-tudo-o-que-eu-quero-e-chegar-a-alemanha.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita , GIANLUCA BATTISTA (VÍDEO)]]></dc:creator><description><![CDATA[Refugiados que passaram por Belarus recebem ajuda em sua jornada rumo ao coração da União Europeia]]></description><pubDate>Wed, 17 Nov 2021 15:05:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>— Quer ir para o hospital?</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-17/quatro-sirios-escondidos-em-uma-vala-na-floresta-da-polonia-tudo-o-que-eu-quero-e-chegar-a-alemanha.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Os poloneses que optam por não olhar para o outro lado: “Os imigrantes bebem água como se fosse o fim do mundo”]]></title><link>https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-14/os-poloneses-que-optam-por-nao-olhar-para-o-outro-lado-os-imigrantes-bebem-agua-como-se-fosse-o-fim-do-mundo.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-14/os-poloneses-que-optam-por-nao-olhar-para-o-outro-lado-os-imigrantes-bebem-agua-como-se-fosse-o-fim-do-mundo.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Moradores das localidades na fronteira com Belarus formam uma rede para ajudar na entrega de alimentos e água aos migrantes que a cruzam]]></description><pubDate>Sun, 14 Nov 2021 17:03:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Joanna Lapinska foi praticamente atropelada pela realidade. Nos arredores de Bialowieza, a localidade polonesa onde ela reside, a quatro quilômetros da fronteira com Belarus, os moradores começaram a ver desde o mês passado um número cada vez maior de <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-12/fome-frio-e-morte-na-fronteira-entre-a-polonia-e-belarus.html" target="_blank">pessoas famintas, sedentas e enregeladas depois de chegarem do país vizinho</a>. Ela juntou-se a dezenas de outras pessoas e formou uma rede local paralela para levar comida, água e mantas aos refugiados e migrantes, em coordenação com o Grupa Granica (Grupo Fronteira, em polonês), uma rede de 14 ONGs que administra os alertas de socorro.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-14/os-poloneses-que-optam-por-nao-olhar-para-o-outro-lado-os-imigrantes-bebem-agua-como-se-fosse-o-fim-do-mundo.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Fome, frio e morte na fronteira entre a Polônia e Belarus]]></title><link>https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-12/fome-frio-e-morte-na-fronteira-entre-a-polonia-e-belarus.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-12/fome-frio-e-morte-na-fronteira-entre-a-polonia-e-belarus.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Migrantes retidos entre os dois países denunciam agressões e se queixam das baixas temperaturas e da dificuldade para conseguir água e comida]]></description><pubDate>Fri, 12 Nov 2021 13:09:59 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-11/ue-impoe-novas-sancoes-contra-belarus-devido-a-pressao-migratoria-sobre-a-polonia.html" target="_blank">migrantes e refugiados usados como peões humanos por Belarus</a> para pressionar a União Europeia estão enfrentando um dilema ao chegarem à fronteira com a Polônia: arriscar a vida ou perdê-la com certeza. “De um lado eles têm a cerca fronteiriça vigiada; do outro, os restos de um antigo muro soviético”, diz Marysia Zlonkiewicz, ativista local da ONG Chleben i Sola (“pão e sal”, em polonês), baseando-se no <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-08/choque-fronteirico-entre-polonia-e-belarus-se-agrava-com-a-pressao-de-centenas-de-imigrantes-as-portas-da-ue.html" target="_blank">relato de centenas de pessoas ajudadas</a> em setembro por sua organização. “Ali já caíram numa armadilha. Quase diariamente recebemos a informação de que alguém morreu. Sua única forma de sair de lá é entrando na Polônia. Alguns tentam por conta própria. Outros são ajudados por soldados belarussos”, acrescenta. Zlonkiewicz falou há dois dias com um homem que tinha estado inconsciente na Polônia e foi <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-08-09/o-ano-mais-amargo-para-os-belarussos.html" target="_blank">devolvido descalço a Belarus pelos guardas</a>. “Com esse trato, será difícil para ele sobreviver do outro lado”, lamenta.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-12/fome-frio-e-morte-na-fronteira-entre-a-polonia-e-belarus.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Polônia diz enfrentar sua crise mais séria em 30 anos]]></title><link>https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-11/polonia-diz-enfrentar-sua-crise-mais-seria-em-30-anos.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-11/polonia-diz-enfrentar-sua-crise-mais-seria-em-30-anos.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Premiê Mateusz Morawiecki acusa a vizinha Belarus de praticar “terrorismo de Estado”]]></description><pubDate>Thu, 11 Nov 2021 13:07:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Apoiada firmemente pela União Europeia e a OTAN perante o <a href="https://brasil.elpais.com/noticias/bielorrusia/" target="_blank">“ataque híbrido” de Belarus</a>, mas criticada por organizações de direitos humanos por fazer devoluções intempestivas, a Polônia optou por rebaixar a dimensão do conflito em sua fronteira e focar na sua responsabilidade como Estado fronteiriço da UE de <a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-08/choque-fronteirico-entre-polonia-e-belarus-se-agrava-com-a-pressao-de-centenas-de-imigrantes-as-portas-da-ue.html" target="_blank">controlar os fluxos humanos</a> e garantir a segurança de toda a União Europeia. “É a crise mais séria na história recente da Polônia. Nos últimos 30 anos [desde a queda do regime comunista] não houve um perigo tão grande para nossas fronteiras”, afirmou nesta quarta-feira ao EL PAÍS o vice-chanceler polonês Pawel Jablonski.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/internacional/2021-11-11/polonia-diz-enfrentar-sua-crise-mais-seria-em-30-anos.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Hong Kong, Sudão, Porto Rico: a chave do sucesso da não violência]]></title><link>https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/26/internacional/1564142417_680728.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/26/internacional/1564142417_680728.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Três casos de sucesso recentes evidenciam a eficácia de mobilizar pelo menos 3,5% da população]]></description><pubDate>Sat, 07 Sep 2019 18:45:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Hong Kong, Sudão e Porto Rico não sabem, mas têm uma porcentagem em comum, 3,5%. De realidades geográficas e sociopolíticas muito diferentes, os três territórios conquistaram nos últimos meses vitórias (parciais, como quase toda vitória) através de campanhas de resistência majoritariamente não violentas: <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/09/04/internacional/1567579841_091142.html" target="_blank">a retirada na quarta-feira em Hong Kong</a> do polêmico projeto de lei de extradição que deu origem em junho à onda de protestos, o fim de t<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/12/internacional/1555063833_492107.html" target="_blank">rês décadas de ditadura de Omar Al Bashir no Sudão</a> (na quinta-feira foi anunciada a composição do Governo de transição), e <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/25/internacional/1564035620_581829.html" target="_blank">a renúncia do governador Ricardo Rosselló em Porto Rico</a>, pelo vazamento de um chat com comentários sexistas e homofóbicos, e chacotas às vítimas do furacão María.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/26/internacional/1564142417_680728.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded><media:content type="image/jpeg" url="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/v2/VNO52JUKMF7QUBHNDEWFMQTYRY.jpg?auth=0f78bd97b01aa89f607a034bddde3e59176eefa46dc36ff4a40a075ab16f313c&amp;width=980&amp;height=571&amp;smart=true"><media:description type="plain"><![CDATA[Manifestação em uma estação de trem de Hong Kong, na sexta-feira.]]></media:description><media:credit role="author" scheme="urn:ebu">Philip FONG</media:credit></media:content></item><item><title><![CDATA[“Bolsonaro é um dos populistas mais próximos do fascismo que já vi”]]></title><link>https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/27/cultura/1561664077_032428.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/27/cultura/1561664077_032428.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[O especialista argentino, que lança seu ensaio ‘Do Fascismo ao Populismo na História’, mostra sua preocupação com o surgimento de "um novo populismo que combina o neoliberalismo com ranço fascista”]]></description><pubDate>Sun, 30 Jun 2019 13:33:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>"Eu a aguentei durante um tempo, até que não pude mais e lhe disse que seu marido não governava com os votos do povo, e sim com a imposição de uma vitória [militar]. A gorda não gostou nada". A <em>gorda</em> era Carmen Polo, esposa do ditador espanhol <a href="https://brasil.elpais.com/tag/francisco_franco" target="_blank">Francisco Franco</a>. A autora da frase é <a href="https://brasil.elpais.com/tag/eva_peron" target="_blank">Eva Perón</a>, a totêmica Evita, esposa do presidente argentino <a href="https://elpais.com/tag/juan_domingo_peron/a" target="_blank">Juan Domingo Perón</a> (1946-55 e 1973-74). O caso, ocorrido durante uma visita da primeira-dama argentina à Espanha, em 1947, aparece no livro <em>Del Fascismo al Populismo en la Historia</em>, o ensaio recém-publicado do historiador argentino Federico Finchelstein, e ilustra uma de sua tese centrais: que o <a href="https://brasil.elpais.com/tag/populismo" target="_blank">populismo</a> está na raiz do <a href="https://brasil.elpais.com/tag/fascismo" target="_blank">fascismo</a>, mas o primeiro é intrinsecamente democrático.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2019/06/27/cultura/1561664077_032428.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Seis donos e 20 meses como escrava do Estado Islâmico]]></title><link>https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/21/internacional/1498055390_175353.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/21/internacional/1498055390_175353.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Lamia Aji Bashar, ganhadora do Prêmio Sakharov, pede ajuda para as yazidis vítimas dos jihadistas]]></description><pubDate>Fri, 23 Jun 2017 14:56:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Em 15 de agosto de 2014, o<a href="http://brasil.elpais.com/tag/eiil_estado_islamico_irak_levante/a"> Estado Islâmico </a>entrou em Kocho, uma aldeia yazidi no Curdistão <a href="http://brasil.elpais.com/tag/irak/a">iraquiano</a>. Levaram todos os moradores para a escola local e os separaram em grupos: homens, grávidas, mulheres mais velhas e jovens solteiras. Neste último estavam Lamia Aji Bashar, na época com 16 anos, e suas três irmãs. “Lá tudo começou”, recordava ela, nesta quinta-feira, na delegação diplomática do Governo do <a href="http://brasil.elpais.com/tag/kurdistan/a">Curdistão iraquiano</a> em Madri. Na boca de Aji Bashar, “tudo” inclui 20 meses de calvário como refém e escrava sexual do EI, período em que foi vendida a cinco homens e dada de presente a outro. O Parlamento Europeu reconheceu a luta de Aji Bashar concedendo-lhe o <a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2015/12/16/opinion/1450290531_381366.html">Prêmio Sakharov</a> dos direitos humanos, junto com Nadia Murad, também ex-prisioneira e vítima sexual do EI.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/21/internacional/1498055390_175353.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Advertência póstuma do filósofo Zygmunt Bauman]]></title><link>https://brasil.elpais.com/brasil/2017/04/17/cultura/1492423945_605390.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/brasil/2017/04/17/cultura/1492423945_605390.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Ensaios póstumos do pensador analisam a busca da utopia em um passado idealizado]]></description><pubDate>Mon, 24 Apr 2017 22:18:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Você já reparou que os filmes e romances de ficção científica são classificados com uma frequência cada vez maior nas seções de cinema de terror e de literatura gótica, ou seja, em um futuro tenebroso no qual ninguém gostaria de viver? Pode parecer algo irrelevante, mas para <a href="http://brasil.elpais.com/tag/zygmunt_bauman/a">Zygmunt Bauman,</a> um dos pensadores mais influentes do século XX, é o reflexo de que começamos a buscar a utopia em um passado idealizado, uma vez que o futuro deixou de ser sinônimo de esperança e progresso para se tornar o lugar sobre o qual projetamos nossas apreensões. O sociólogo e filósofo polonês deixou desenvolvida essa tese da <em>retrotopia</em> (a busca da utopia no passado) em dois escritos, os primeiros traduzidos ao espanhol depois de sua morte, em janeiro, aos 91 anos. São o ensaio <em>Retrotopia</em> (<em>Retrotopia</em>) e o texto <em>Symptoms in Search of an Object and a Name</em> (<em>Sintomas em Busca de um Objeto e de um Nome</em>) parte de uma obra coletiva sobre o estado da democracia, <em>The Big Regression </em>(<em>O Grande Retrocesso</em>), que chega às livrarias espanholas no dia 27 e reúne nomes como Slavoj Žižek, Nancy Fraser e Eva Illouz.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2017/04/17/cultura/1492423945_605390.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded><media:content type="image/jpeg" url="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/v2/CYBKFGW4PL3I2B6GJLWQMEOH5E.jpg?auth=5323abe594c4fb819110acada70475e047983dbb29ffe38be6ee7e553e65fd53&amp;width=360&amp;height=540&amp;smart=true"><media:description type="plain"><![CDATA[Zygmunt Bauman, filósofo e sociólogo polonês, em Burgos em 2015.]]></media:description><media:credit role="author" scheme="urn:ebu">Samuel Sanchez</media:credit></media:content></item><item><title><![CDATA[Reza judaica no feminino]]></title><link>https://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/internacional/1456932458_958209.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/internacional/1456932458_958209.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Novo livro de orações muda linguagem para incluir mulheres e gays]]></description><pubDate>Sun, 13 Mar 2016 00:11:22 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Quando os israelitas cruzaram o Mar Vermelho, fugindo do exército egípcio, cantaram um poema para Deus. Moisés o recitou aos homens, para que o repetissem, enquanto sua irmã Miriam fez o mesmo com as mulheres. É dessa forma que narra o Êxodo. Só que, quando o cântico é recriado na oração judaica, apenas Moisés é mencionado.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/02/internacional/1456932458_958209.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded><media:content type="image/jpeg" url="https://imagens.brasil.elpais.com/resizer/v2/X6SMVM2LEOOKLFLXRO3XDXELAI.jpg?auth=f466290f5d07c0aa26f662978355fe2d0496fa3f2f9e76157856cd13d69c8ca6&amp;width=980&amp;height=653&amp;smart=true"><media:description type="plain"><![CDATA[Judeu reza antes de correr a maratona de Nova York.]]></media:description><media:credit role="author" scheme="urn:ebu">C.A.</media:credit></media:content></item><item><title><![CDATA[Grafiteiras árabes que derrubam muros]]></title><link>https://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/11/internacional/1455199996_992526.html</link><guid isPermaLink="true">https://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/11/internacional/1455199996_992526.html</guid><dc:creator><![CDATA[Antonio Pita ]]></dc:creator><description><![CDATA[Artistas de rua do Egito e da Síria refletem o olhar feminino em espaços públicos]]></description><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 21:31:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<p>Os muros nem sempre escondem realidades. Nas ruas de Alexandria, Sanaa ou Amã, as mesmas paredes capazes de engessar papéis de gênero também podem, graças ao <a href="http://brasil.elpais.com/tag/grafiti/a/">grafite</a>, dar visibilidade às mulheres. Com essa intenção, nasceu em 2013, no Egito, o <em>Sit al-hita</em> (as mulheres das paredes, em dialeto árabe egípcio) um grupo de cerca de 60 grafiteiros — principalmente mulheres, mas também há homens — de várias partes do mundo árabe que se reúnem a cada ano para levar o universo feminino ao espaço público através da arte de rua. Até agora, pintaram muros no Cairo, Copenhague e Amã, a última vez em novembro de 2015, graças ao financiamento dos Governos sueco e dinamarquês.</p> <p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/11/internacional/1455199996_992526.html" target="_blank">Seguir leyendo</a></p>]]></content:encoded></item></channel></rss>