Julian Assange, em um corredor da Embaixada de Equador em Londres.

Tentativa de extorsão a Assange: “Este material vale três milhões”

EL PAÍS teve acesso às gravações feitas pela polícia dos extorsionários que tentaram vender áudios e vídeos do ciberativista

O líder nacional do VOX, Santiago Abascal, e o juiz Francisco Serrano, deputado pelo partido.

Partido espanhol de ultradireita foi fundado com um milhão de euros de exílio iraniano

EL PAÍS teve acesso às doações secretas do Conselho Nacional da Resistência do Irã, que, desde 2013, pagou salários, cauções e aluguéis do partido de extrema direita VOX

O ex-presidente da Venezuela Hugo Chávez com seu então homólogo chinês, no Grande Palácio do Povo em Pequim, em abril de 2009.

Empresas chinesas pagaram 772 milhões de reais em subornos para obter contratos na Venezuela

Diretores próximos a Hugo Chávez e executivos de PDVSA ocultaram seu botim em Andorra

Sede do BPA em Andorra em março de 2015.

Chefe dos espiões de Hugo Chávez escondeu 6,5 milhões de dólares em banco de Andorra

Andorra embarga por lavagem de dinheiro três contas do antigo responsável pela Inteligência da Venezuela que movimentaram 22,5 milhões de reais

Sede da BPA em Andorra, em março de 2015.

Conheça o banco que ajudou a Odebrecht a lavar dinheiro em Andorra

BPA relaxou sua vigilância sobre políticos que receberam subornos da construtora, segundo a Polícia

Sede da Petroperú em Lima (Peru), em julho de 2016.

Documentos revelam novo nome na folha de pagamento de propinas da Odebrecht na Europa

Ex-executivo da estatal peruana de petróleo, Atala Herrera, ocultou 900.000 dólares no principado de Andorra

Da esquerda para a direita: o ex-presidente do Panamá Ricardo Martinelli com os ex-ministros José Raúl Mulino (Governo e Justiça) e Demetrio Papadimitriu (Presidência)

Odebrecht abriu conta milionária em Andorra para os pais de um ex-ministro panamenho

A família de Papadimitriu, ministro da Presidência do governo Martinelli, escondeu 10 milhões de dólares no Principado

O advogado Rodrigo Tacla Durán, em julho de 2017, em Madri.

O advogado da Odebrecht que escapou da Lava Jato fala pela primeira vez

Rodrigo Tacla Durán diz que empresa ofereceu pagar a ele 15 anos de salário para ele aceitar delação. Brasileiro com cidadania espanhola conseguiu ficar na Espanha por decisão de tribunal espanhol

O presidente dominicano Danilo Medina (esquerda).

Odebrecht usava fotos de políticos com mulheres para chantageá-los

"As festas eram a forma de a construtora expressar seu agradecimento", afirma advogado

Um dos projetos da Odebrecht no Rio de Janeiro.

Rodrigo Tacla Durán, advogado da Odebrecht, será julgado na Espanha

Tribunal superior para crimes especiais da Espanha negou o pedido de extradição de advogado da Odebrecht para o Brasil